A IGREJA

R. Jose Virgilio da Silva, 392 Vila Jundiai - Mogi das Cruzes - SP

quarta-feira, 11 de junho de 2014

INFORMATIVO Nº 141 - JUNHO DE 2014

Hinokishin de limpeza dos bancos


Esfriou de repente. Está tudo bem com os senhores?

No dia 22 deste mês, será realizado nesta igreja o Bazar da Pechincha,  e os preços serão colocados no dia 15 de junho. Gostaria de solicitar a colaboração dos senhores. Aceitamos qualquer tipo de coisas.

No dia 12 será a abertura da Copa do Mundo. Que legal né.

(Michiyo Ishii)


Brasil no Okaasan - Chiyo Otake (continuação)
 

  “Deixarei trabalhar segundo a razão do espírito. Pela razão única do espírito, poderá enfrentar sozinho milhares de pessoas. Deus trabalhará de acordo com a ação de espírito. Se ao menos o espírito estiver firme, Deus trabalhará onipotentemente, de acordo com essa ação de espírito.”    (Indicação Divina de 2 de outubro de 1898)

O que fez com que a frágil Chiyo se fortalecesse, não foi a imensa natureza do Brasil. Ela teve como apoio a vida modelo de Oyassama, que guardava dentro de seu coração.

Em 1935, a mensagem e as escritas enviadas sobre o ensinamento pelo Shimbashira sama, através do senhor Iwai Kaname, membro da Comissão Econômico Brasil Japão, fez com que Chujiro e a esposa se dedicassem ainda mais, reunindo 150 pessoas para a caravana da Cerimônia de 50 anos de Ocultamento Físico de Oyassama, que partiu do porto de Santos. Chiyo, que acompanhou o primeiro grupo de regresso, deixou todo o valor recebido para a viagem para seu marido, dentro da mesa do Hotel Mikasa em Santos, retornando ao seu país de origem, após 8 anos, sem levar um centavo consigo.

Esta caravana à Jiba provocou uma alegria imensa aos amigos da fé, que num futuro próximo conseguiram fundar uma igreja. Mas, com o início da Segunda Guerra Mundial, Chujiro, como um líder japonês, foi levado à prisão como prisioneiro político e Chiyo, diante das armas dos soldados, juntamente com a esposa de Shichiro de 15 anos, Hakue, protegiam a igreja. Os alunos de Chiyo se emocionavam ao vê-la arriscando sua vida para levar um prato de barazushi que era sua especialidade, na prisão para seu marido.
Talvez por compreender o sentimento de Deus, não se deixava descansar nem por um segundo, e após o término da guerra, Chiyo se dedicava extraordinariamente nas atividades. Educou crianças órfãs, criou uma escola de corte e costura para meninas, filhas de brasileiros que não tinham oportunidade para o estudo e a rua da casa de divulgação, que tinha aproximadamente 5 a 6 metros, foi nomeada de Rua Tenri. E nessa colina foi construída a Sede Missionária Dendotyo do Brasil, e Chiyo continuou se apressando incessantemente.
Chujiro, Chiyo e, também, Shichiro, eram pessoas de aparência calma, mas em seus corações queimava-se uma chama intensa. Foram três pessoas ligadas pelo reverendo Yamada, mas se não houvesse a devoção a Deus e a vida modelo de Oyassama, muito provavelmente já não estariam mais juntos.
 
Oyassama
45. RUGAS DO ESPÍRITO
Oyassama não desperdiçava nem uma folha de papel por ser refugo ou mesmo depois de usado como embrulho de oferendas. Esticava-o cuidadosamente, punha-o sob a almofada e usava-o quando necessário. E explicava:
“Se deixar o papel enrugado tal como está, não terá outra finalidade a não ser como papel higiênico ou para limpar nariz. Se esticá-lo cuidadosamente, poderá ser usado para qualquer coisa. Uma vez usado como papel higiênico ou para limpar nariz, não mais poderá ser recolhido e aproveitado outra vez, não é?
A salvação do homem segue este mesmo princípio. Devem esticar as rugas do espírito com a razão da palavra. O espírito também, se ficar cheio de rugas, seria tal como papel higiênico. Salvar dessa condição, sem jogá-lo é a razão deste caminho.”
Certa ocasião, Lin Massui, aproximando-se de Oyassama, solicitou que deixasse copiar o Ofudessaki conservado junto dela, quando então lhe perguntou:
“Tem papel?”
Ao responder que iria comprar em Tambaiti, Oyassama disse:
 
“Se assim fizer, ficará tarde. Deixe que o arrumo.”
Retirou os papéis de baixo da almofada e sem importar-se com os tamanhos, escolheu aqueles que não estavam escritos, e prendeu-os com barbante.
“Escreva nisto. Vou ditá-lo.”
Lin tomou um pincel e escreveu. Diz-se que este era a parte cinco do Ofudessaki e está conservado ainda hoje tal como foi feito, em papéis desiguais.
 
Palavras da época oportuna
“Construção do caminho”
Reverenciei a cerimonia de 50 anos de retornamento do 6º Condutor da Igreja Mor Tsugaru, senhor Fuuharu Kassai. Ele foi uma pessoa que manteve firme o ensinamento, sem distorção, mesmo durante a calamidade da segunda guerra, a qual relembramos com saudade das suas virtudes.
O Caminho da construção significa, ampliar o caminho da salvação.  (Condutor da Igreja Mor Tsu - Hatsuo Kubo)


Trocada a calha do Kyokai
 

quarta-feira, 14 de maio de 2014

INFORMATIVO Nº 140 - MAIO DE 2014



Hinokishin no Museu do Ipiranga com apresentação da Banda Koteki

No mês de abril foi realizado o treino do otsutome da Associação Infantojuvenil, e a regional do Alto Tiete foi escalada para participar do “Suwarizutome”, considerado o mais difícil, e todos foram muito bem. Parabéns.

Em seguida teve o concurso de Koteki, e a equipe de Mogi foi a 7º a se apresentar, e foi uma apresentação muito agradável. A premiação foi ouro. Meus parabéns.

Ainda, foi realizado o Tenri Matsuri na sede Missionária Dendotyo, e todas as pessoas estavam muito animadas.

No dia 18 de abril, foi o aniversário da Oyassama e comemoramos todos juntos. Parabéns Oyassama!!

No dia 1º de maio, feriado, realizamos o hinokishin de limpeza no museu do Ipiranga em São Paulo. Estava um dia bonito, e muitas pessoas participaram.

Poder praticar com saúde o hinokishin é maravilhoso.

Hoje, vamos dar continuidade com o texto “Brasil no Okaasan”.

 (Michiyo Ishii)

 

Brasil no Okaasan - Chiyo Otake (continuação)

 

Em outubro iniciava a plantação de café. Nessa época quase todas as roupas se rasgavam, e Chiyo, aproveitando a luz da Lua, confeccionava roupas com sacos de sal e de açúcar. Sem tempo para pensar na sua própria fraqueza, passava os dias somente reverenciando a Deus-Parens.

O sentimento deixado pelo Sr. Seijiro Yamada, à Chujiro, foi a divulgação no Brasil. Pelo pai de Chujiro, foi repreendido lhe dizendo: “Não está indo para ganhar dinheiro. Não se pode esquecer do principal objetivo que é transmitir os ensinamentos do caminho”.  Chujiro sempre manteve em seu coração a esperança de que um dia poderá sair à divulgação. E, quando conseguiu determinar a fazer a divulgação, foi em um local a 300 quilômetros de distância, na cidade de Bauru, na primavera de 1931, após viver por 4 anos na Colônia Tiete, e, ainda, teve que deixar Chiyo e Shichiro naquela mata deserta. Chiyo sentiu-se profundamente solitária.

Depois da partida do marido, da Colônia Tiete houve uma epidemia de uma doença desconhecida, onde 13 pessoas foram levadas de balsa para um cemitério longe dali. Nessa época, Chiyo, que tinha que cuidar do filho sem o marido, só tinha o sorriso da Oyassama Miki Nakayama, que viveu na miséria, para se apoiar. Ver Shichiro mastigando o arroz duro misturado com terra, fez Chiyo se lembrar do dia da partida em Kobe. Havia muitas pessoas se despedindo, mas, nenhum parente do Shichiro.
Ele ouviu o som do gongo dentro da cabine, enrolado num cobertor. Embora ainda não dissesse claramente “mãe” ou “irmã” à Chiyo, ela se sentia na obrigação de proteger Shichiro a todo custo, e assim continuou a trabalhar com a roupa toda rasgada, de forma que não era possível distinguir se era homem ou mulher.
Depois de 1 ano, Chiyo se mudou para Bauru, onde seu marido havia construído uma casa de divulgação, mas, outras dificuldades a aguardavam.  As pessoas que se reuniam em torno de seu marido, eram pessoas que desejavam se purificar à custa daqueles que explanavam sobre a doutrina, sem se interessar sobre o ensinamento. Chiyo, nunca teve um momento sequer que pudesse relaxar o espírito.  Os sapatos do Brasil se desgastavam muito rápido. Chiyo andava descalça por quilómetros, carregando os sapatos nas mãos, até antes de chegar ao local onde pudesse ver pessoas, ficando com os pés todos sujos. Durante a caminhada, houve uma vez em que um menino brasileiro ficou seguindo-a, imitando seus movimentos e dizendo “coton coton”. Chiyo administrava as despesas do marido, que pouco se importava com dinheiro, e sua firme dedicação na divulgação fez com que ficasse com a pele escura.
 
Oyassama
 
43. ASSIM ESTÁ BEM
Vinte e sete de setembro de 1875 foi o dia do retornamento de Kokan. As pessoas de Shoyashiki, que a visitaram quando estava doente e acorreram ouvindo que seu estado piorara, reuniram-se de manhã cedo para ajudarem no seu funeral.
No dia seguinte, as pessoas, depois da arrumação pós-funeral, sentaram-se à mesa, começaram a relembrar a vida de Kokan e refletindo sobre as palavras de Oyassama, havia quem vertesse lágrimas, dizendo: “De fato, estamos arrependidos de termos duvidado de Deus até agora.”
Uma das pessoas que serviam há muito tempo na Residência, sugeriu: “Que tal se os senhores formassem uma irmandade?” Então, conversaram e decidiram: “Sim, nós da vila também, vamos formar uma irmandade.” Ao informarem sobre essa intenção, Oyassama mostrou-se bastante contente.
Assim, pensou-se em que nome dar a irmandade. Eram todos lavradores e não lhes ocorria uma boa sugestão. Nisso, alguém propôs:
"Que tal Irmandade Tenguen, isto é, origem celeste, por ser aqui a terra do Deus celestial?” Todos concordaram: “Isso mesmo!” E consultaram Oyassama, que afirmou:
“Assim está bem.”
Retirou o sobretudo (haori) vermelho que vestia e concedeu-lhes, dizendo:
“Consagrem isto no altar e façam-no símbolo divino da fé.”
Assim, constituíram a Irmandade Tenguen e mesmo sem determinar o seu responsável, começaram a realizar o serviço sagrado num determinado dia do mês, cada vez numa casa diferente, onde se consagrava a veste vermelha.
 
 
Palavras da época oportuna
 
Oyassato
Participei do Hinokishin em Jiba. Com o céu coberto de diferentes formatos de nuvem em razão da chuva que se deu, fizemos a limpeza do corredor debaixo do santuário. A chuva também é uma coisa boa.
Oyassato é a terra onde Deus nos permite a limpeza das poeiras do nosso coração. (Condutor da Igreja Mor Tsu - Hatsuo Kubo)
Apresentação da Banda Koteki no Hinokishin do Museu do Ipiranga


Flores do Kyokai

Flores do Kyokai

Flores do Kyokai

Flores do Kyokai
 

INFORMATIVO Nº 139 - ABRIL DE 2014

Treino para Manabi


No dia 1º de março foi realizado o encontro dos yoboku. Muito obrigado a todos. Recebemos o professor Nakanishi do Japão, que se dedicou bastante para poder dar a palestra em português. Foi muito gratificante.

Na palestra ouvimos que, “neste segundo ano da celebração dos 130 anos do Ocultamento físico de Oyassama é o momento oportuno da salvação”, “para cada um, na sua posição, existe uma salvação ao seu alcance” e “O ensinamento da Oyassama, com certeza, move os corações das pessoas. Por isso, é importante praticar a salvação que está ao seu alcance”. Pude ver, também, a dedicação das pessoas na Colômbia. Vamos nos esforçar juntos.

No dia 14, a Rie Ishii e seus filhos estarão regressando a Jiba. Boa Viagem!

 (Michiyo Ishii)

 

Brasil no Okaasan - Chiyo Otake (continuação)
 

A própria Chiyo sabia que não havia alternativas, senão a dedicação única a Deus, então, contrariando as pessoas a sua volta, tornou-se esposa de Chujiro, e ainda, aceitou ser mãe de Shichiro e formalizou seu matrimônio. Assim, já com um filho e uma nova vida de incomum de casada, em maio de 1927, iniciou sua caminhada embarcando no navio “Santos Maru”, em Kobe, rumo ao Brasil, numa viagem de 48 dias.

A viagem que teve 13 mortes e sepultamentos em alto mar, foi muito assustadora para Chiyo, e para uma recém-casada ter que dividir o quarto com outra família, que somava 6 pessoas em um só quarto da terceira classe, não deve ter sido nada agradável. Passando por Singapura, Cidade do Cabo, chegaram ao porto de Santos, onde foram com um trem cargueiro, que era apelidado de “trem que solta fogo”, para a cidade de Araçatuba. Ainda, passando a cidade de Lussanvira, para chegar à Colônia Tiete era necessário atravessar o rio Tietê, que tinha 300 metros de largura, e para isso, havia uma corda de uma margem a outra, e utilizando uma balsa quadrada de madeira, com a ajuda do fluxo do rio e segurando nas cordas, conseguia-se atravessar o rio.

Mas para se chegar ao destino ainda tinham mais 12 quilômetros. Ao chegarem na Colônia Tietê com muito custo, o que se viu era uma floresta sem fim. Neste local montaram um barraco forrando o chão com madeira e nele várias famílias dividiram os espaços com suas bagagens. Tiveram que abrir a mata virgem cortando árvores como peroba e cedro, com machado e enxada que nunca haviam nem ao menos segurado. Além do trabalho de preparo do terreno para plantação, eram obrigados a se defender da malária e da disenteria amebiana. A água que se conseguia através de um poço de 54 metros era avermelhada por causa da lama, e para conseguirem a agua deste poço usava-se uma lata de óleo pendurada e tinham que girar a manivela 96 vezes, e ainda dividir entre as 5 famílias. As vezes encontrava-se gatos e lagartos mortos. A Chiyo, que tinha um corpo não muito saudável, girava um terço da manivela, descansava colocando no ombro, e com muito esforço conseguia pegar água do poço. Seu marido, talvez para não desanimá-la, nada falava. Quando o Sol avermelhado ia desaparecendo na mata virgem, as lágrimas avermelhadas marcavam o rosto sujo de lama da Chiyo.
 
Oyassama
 
42. SALVANDO OS OUTROS
 
No começo de abril de 1875, Eijiro Enomoto de Sugahama, Vila de Sando, Província de Fukui, estava em peregrinação por Saikoku(1), para curar a filha Kiyo que ficara louca. Ao chegar na oitava localidade, a do santo budista de Hasse, ouviu da velha de uma tenda de chá: “Há uma deusa viva na Vila de Shoyashiki.” Imediatamente, foi para Shoyashiki passando por Miwa. Finalmente, chegou à Residência onde solicitou aos ministros os quais o levaram à presença de Oyassama, que lhe disse o seguinte:
“Não é preciso, não é preciso preocupar-se. Volte depressa porque surgiu algo grave na sua casa. Quando voltar, deve visitar casa por casa em sua vila e salvar quarenta e duas pessoas. Deve percorrer orando fervorosamente a Deus, proferindo namu Tenri-Ô-no-Mikoto, ajuntando as palmas das mãos. Salvando os outros é que salva a si mesmo.”
Eijiro partiu de Shoyashiki animado e alegre, passou por Kizu, Kyoto, Shiozu e chegou em Sugahama em 23 de abril.
A filha estava totalmente enlouquecida. Ele ajuntou as palmas das mãos e orou repetindo: “Namu Tenri-Ô-no-Mikoto”. Inacreditavelmente, ela foi-se acalmando. Então, ele percorreu por toda a vila lançando a fragrância da fé, visitou várias vezes as casas em que haviam doentes, e continuou a orar pela cura de quarenta e duas pessoas, de conformidade com as palavras de Oyassama.
Assim, milagrosamente, a filha teve a graça da completa cura. Recebeu também visitas de agradecimento de várias casas. Conseguiu casar a filha, adotando o genro como filho herdeiro. Quando os três regressaram a Jiba para agradecer pela salvação, foram conduzidos à presença de Oyassama.
Dizem que Oyassama estava em vestes vermelhas, com cabelos brancos penteados em estilo de tyassen(2), e sua imagem era muito bela e elegante.
(1) Refere-se à peregrinação aos 33 templos consagrados às 33 imagens de santo budista, espalhadas por todo o oeste do Japão
(2) Estilo de penteado da época.
 
Palavras da época oportuna
 
“Reparo do coração”
Em meados de fevereiro nevou muito ao redor da Igreja Mor. A emoção de ver tanta neve foi muito boa, mas houve avaria no telhado. O reparo ocorreu de uma forma imediata.
“Reparo do coração” significa reparar o espirito de acordo com a razão dos ensinamentos. (Condutor da Igreja Mor Tsu - Hatsuo Kubo)

Treino de Manabi

Treino de Koteki

Treino de Koteki
 

quinta-feira, 13 de março de 2014

ENCONTRO DOS YOBOKUS


Tendo em vista a celebração dos 130 Anos do Ocultamento Físico de Oyassama e visando unir os corações de todos os Yoboku e seguidores, a Sede , está realizando o Encontro dos Yoboku.

No Brasil, esses estarão ocorrendo de 01 a 16 de março do ano 177 da R.D (2014).

A Regional do Alto Tietê teve a honra em inaugurar o Encontro, que ocorreu no último dia 01 de março.

Para nós fiéis da Igreja Tenrikyo Tsu Hakuryu, foi muito gratificante que esse importante evento ocorresse em nossa igreja. O condutor reverendo José Katsumi Ishii esteve à frente dos preparativos e também da abertura que se iniciou por volta das 15 horas, com a presença de 142 participantes.

Todos receberam um kit, contendo a Instrução 3 a qual foi lida por todos; um manual para seguir a programação e também; um espaço para registrar o mais importante das três fases para cada participante:

Vídeo I- “Acreditando no Verdadeiro Caminho”,

Palestra – “Época da Salvação”, ministrada pelo reverendo Mitsuzo Nakanishi, que veio ao Brasil iniciando em nossa Regional, a série que percorrerá por várias localidades.

 Vídeo II – “Apoiar-se no Amor Parental”.

Após as Palavras de Encerramento, proferidas por nosso condutor, houve uma animada confraternização no salão da igreja.

O Encontro serviu como um grande incentivo as nossas práticas espirituais diárias, tornando-se referência e ponto de apoio para todos que desejam expandir os ensinamentos e praticar a salvação, como instrumentos de Oyassama.

terça-feira, 11 de março de 2014

INFORMATIVO Nº 138 - MARÇO 2014


Caravana de Missionamento da Associação dos Moços—MS

Pessoal, vocês sabem quem foi o primeiro Primaz do Dendotyo? A sua esposa se chamava Chiyo Otake. Todos a chamavam de Brasil no Okaasan (mãe do Brasil). Vou dividir em alguns informativos a história dessa pessoa.                                                                         (Michiyo Ishii)

 

 

Brasil no Okaasan - Chiyo Otake

Havia uma pessoa, que tinha o desejo profundo de divulgar o nome do Deus: Tenri-Ô-no-Mikoto, num local, 23 vezes maior que o Japão chamado Brasil. Essa pessoa era o condutor da igreja Mor Nankai, Sr. Yamada Seijiro, da província de Wakayama, cidade de Shingu. Yamada sentia os sons das ondas do oceano pacífico, e em janeiro de 1927, apresentou a “Carta dos propósitos do missionamento no exterior” aos seguidores da fé e anunciou o grande projeto de imigração dos missionários ao exterior. Entretanto, para os que sabiam da situação ruim do Brasil naquela época, era muito difícil aceitar, e Yamada esforçava-se solitariamente no projeto, mas, em seu coração, já tinha o nome de um jovem. Esse jovem já havia feito o missionamento na Coréia e encontrava-se trabalhando para pagar seus estudos em Tokyo. Essa pessoa era Chujiro Otake. Na época, era determinado pela Companhia Imperial de Colonização que, somente poderia imigrar ao exterior famílias compostas de no mínimo 3 pessoas, e para o jovem Chujiro de 23 anos, lhe faltava esse requisito. Mas, para Yamada, que desde criança acompanhou o crescimento de Chujiro, insistia nele, e então, para que fosse habilitado, resolveu arranjar uma esposa e um filho para ele. Assim, como esposa do Chujiro foi escolhida a Chiyo Nishi de 22 anos e Shichiro Minami  de 14 anos como filho. Os pais de ambos admiravam a dedicação na fé de Yamada, e era a primeira vez que os três Chujiro de Nishimukai, Chiyo de Kushimoto e Shichiro de Shusanmi, se encontravam.

A formação dessa família de forma inesperada ou forçada, não era aceita pelos irmãos de Chiyo, embora fosse um pedido de Yamada. Mas, dento do coração de Chiyo, começaram a surgir, pouco a pouco, lembranças do passado. Quando criança foi diagnosticada com problemas no pulmão e ficou adoecida e fraca. A mãe de Chiyo, Tsuneyo, sentida com a situação da filha e por acreditar que sua vida seria curta, pegou o vestido de noiva de fios dourados que guardara por longos anos e levou para Oyasato em Tenri, e curvou-se até o chão no altar de Deus. Depois que solicitou a Deus que prolongasse pelo menos um pouco o tempo de vida da Chiyo, Tsuneyo e Chiyo decidiram ir ao túmulo de Oyassama e quando caminhavam, na frente delas, um pássaro que voava caiu, e do seu lindo bico soltou sangue e morreu. A Chiyo, olhando aquilo pensou: “Eu também vou ficar desse jeito”.
 
Vamos pensar um pouquinho 
 
GRAÇAS AO TUFÃO POR QUÊ?
 
 
Do final do verão até o outono os tufões se aproximam do Japão. Alguém sabe como nascem os tufões?
Blocos de nuvens formados nos mares quentes do sul pegam as correntes de ar ascendentes, giram em redemoinho e, ficando cada vez maiores, tornam-se tufões.
Eles geram ventos fortes que arrancam os guarda-chuvas das mãos e chegam a derrubar árvores, envergando-as. Também provocam grandes tempestades de chuva, não é?
Apesar de provocar grandes tragédias e danos devido ao vento forte e à chuva intensa, parece que os tufões não são responsáveis apenas por notícias ruins.
Na verdade, existem alguns aspectos em que estamos sendo salvos pelos tufões.
Eles transportam o calor acumulado perto da linha do Equador para as regiões norte, onde esse calor é escasso. Ainda, fazem chover intensamente em áreas onde normalmente não chove, resolvendo problemas de falta de água.
Pensando dessa forma, apesar de ser importante tomar cuidados para que não haja tragédias devido à chuva e ao vento, por outro lado, os tufões estão, de uma certa forma, dando suporte à vida do ser humano e de todos os seres vivos do planeta.
Não existe nenhum desperdício nos trabalhos de Deus-Parens, não é? Por isso, não podemos nos queixar do clima.
Tanto um dia de sol como um dia de chuva são trabalhos de Deus-Parens.
 
Oyassama 
 
41. EMPENHANDO TODAS AS GERAÇÕES
 
Certa vez, Oyassama foi à casa de Guissaburo Nakata da Vila de Toyoda e andou ao redor dela, dizendo:
“Pise firmemente, pise firmemente. Pise firmemente empenhando todas as gerações.”
Em seguida, disse ao Nakata:
“Deus entrou nesta residência e firmou a terra. Quão pobre fique, não deverá desfazê-la. A fé deverá ser continuada, empenhando todas as gerações.”
Posteriormente, na geração de Kitizo, neto de Guissaburo, foi proposto trocar uma parte do terreno a pedido da vila. Quando as negociações estavam adiantadas, repentinamente, começaram a aparecer furúnculo facial no Kitizo, ficando todo inflamado. Os familiares, assustados, reuniram-se e refletiram sobre muitas coisas, quando as pessoas idosas contaram que o terreno havia sido firmado por Oyassama.
Imediatamente, pediram perdão a Deus-Parens e rejeitaram a proposta da vila. Então, ele foi salvo da moléstia por completo.
 
Nota: As pessoas idosas eram a esposa do filho mais velho de Guissaburo, Shiho Nakata, e a irmã mais jovem desta, Katsu Uejima. 
 
Palavras da época oportuna 
 
O espírito do Yoboku
No dia anterior a Grande Cerimônia de Janeiro, foi realizado o treino do Serviço Sagrado. É um treino para que Deus-Parens possa aceitar o nosso coração na Cerimônia. Se os corações se unem, tudo fica harmonioso.
O espírito do Yoboku quer dizer, o coração sincero que se dirige a Deus-Parens. (Condutor da Igreja Mor Tsu - Hatsuo Kubo)
 
Caravana de Missionamento dos Veteranos a
Porto Alegre

INFORMATIVO Nº 137 - FEVEREIRO DE 2014


Muitas Participações - Tsudoi 2014
Dias com muito calor estão continuando, mas acredito que todos estejam bem.

Em Janeiro no Dendotyo foi realizado o curso estudantil, e da igreja Tsu-Hakuryu participaram 8 pessoas, 1º modulo 2 pessoas, 2º modulo 6 pessoas. Espero que no ano que vem esse número possa crescer cada vez mais.

No curso de formação espiritual, infelizmente não tivemos nenhum participante. O curso de formação espiritual é o melhor lugar para se aprender as mãos da dança sagrada e os instrumentos musicais, além da evolução espiritual, quem não participou ainda, vamos participar!

Nesse ano teremos o Encontro dos Yobokus na igreja Tsu-Hakuryu no dia 1 de Março (Sábado), das 15h às 17h. Já estamos no segundo ano dos 3 anos mil dias do Ocultamento Físico de Oyassama. Como escrito na Instrução 3, nós, todos os Yoboku temos que nos esforçar na salvação dos próximos. Acredito que já estejam se movimentando para isso, mas esse ano é o ano de acelerar mais ainda a salvação dos próximos. A Dedicação única à Salvação é o caminho que Oyassama nos mostrou para chegarmos à verdadeira Vida Plena de Alegria.

Agora é o momento da salvação, momento da evolução espiritual, vamos olhar ao redor, e procurar se não há pessoas que estão necessitando de ajuda, e vamos fazer um furacão da salvação a partir das pessoas próximas.

Espero pela presença de todos no Encontro dos Yobokus.

Obrigada. (Michiyo Ishii)

Vamos pensar um pouquinho
 
 
A ORIGEM DA LUZ QUE USAMOS TODOS OS DIAS
 
Televisão, geladeira, forno micro-ondas, ar condicionado... Existem diversos aparelhos elétricos no nosso dia a dia e a maioria deles se tornou indispensável à nossa vida. Ainda por cima, ultimamente existem até carros movidos a eletricidade.
A energia elétrica é indispensável em nossa vida diária. Mas como é que se produz essa eletricidade?
Por exemplo, na lanterna usada em algumas bicicletas é utilizado um motorzinho (gerador).
Dentro desse motor existe um fio elétrico enrolado chamado bobina, e ao fazer essa bobina girar, gera-se a eletricidade.
 
No entanto, para gerar eletricidade em grande quantidade, é necessário um grande gerador e uma grande força para movimentar esse gerador.
Para gerar essa grande força, são utilizados basicamente três métodos. O mais comum é a usina termoelétrica. Ferve-se a água queimando óleo ou carvão numa enorme caldeira e, com a força do vapor, giram-se as turbinas para gerar eletricidade.
O segundo método é a usina hidroelétrica. Gera-se eletricidade utilizando a força da água que cai de lugares altos para lugares baixos.
O terceiro método é a usina nuclear. Como se consegue gerar muita energia a partir de pouca quantidade de combustível, nos últimos tempos houve um grande aumento na quantidade de energia gerada através desse método.
Essa eletricidade passa por alguns transformadores e chega às nossas residências através de linhas de transmissão.
Todos nós usamos os aparelhos elétricos apertando o botão de ligar como se fosse algo natural, mas seja a eletricidade gerada com a força do calor, seja a gerada com a força da água, seja a gerada com a força nuclear, nenhuma delas foi criada pelo ser humano. Tudo é devido às graças do fogo, da água e do vento proporcionadas por Deus-Parens.
Na energia elétrica necessária para fazer funcionar a televisão ou a geladeira que usamos todos os dias existe uma grande providência de Deus-Parens. Sem se esquecer disso, vamos usar a eletricidade com consciência, apagando as luzes quando não houver ninguém no quarto e desligando a televisão quando não houver ninguém assistindo.
 
Oyassama
 
40. FIQUE AQUI
 
 
Em 1874, quando Yonossuke Okada (posteriormente Yossaburo Miyamori) tinha dezoito anos de idade, sentindo violentas dores no braço, consultou vários médicos, sem qualquer resultado e sofria dia e noite apoiado na cama.
Wassa, irmã mais velha, casada, que morava em Miwa, vendo-o nesse estado, lançou a fragrância da fé dizendo: “Que tal ir uma vez a Shoyashiki?”
Ele já tinha ouvido falar da deusa viva de Shoyashiki, mas foi nessa ocasião que regressou pela primeira vez à Residência. Ao ser apresentado a Oyassama, recebeu as seguintes palavras:
Yonossuke, bem-vindo de regresso.”
Simultaneamente, as pontadas de dor no braço desapareceram. Passou aí o dia, e de noite voltou à Vila de Higai.
No entanto, ao chegar em casa, o braço começou a doer novamente. Esperando o alvorecer, regressou à Residência. Então, incrivelmente a dor passou.
Tal fato repetiu-se várias vezes e assim freqüentou quase diariamente a Residência por três anos. Um dia, Oyassama lhe disse:
“Yonossuke, fique aqui.”
Obedientemente ele passou a pernoitar e ajudar nos serviços da Residência, pois se assim não fizesse, a dor não cessava. É dessa forma que Yonossuke começou a servir na Residência.


Palavras da época oportuna

 

Fazer Moti

Nas primeiras horas da manhã, como de costume começou-se a ser feito o moti. Todos os anos, no ano novo são feitas sinceras oferendas em Jiba, destes motis. O ar congelado sai da boca não se abatendo com o frio. Fazer moti significa, o agradecimento e a alegria pela graças que surgem.

(Condutor da Igreja Mor Tsu - Hatsuo Kubo)

Muitas participações - Tsudoi 2014
Encontro Infanto Juvenil - Bauru

Encontro Infanto Juvenil - Bauru