A IGREJA

R. Jose Virgilio da Silva, 392 Vila Jundiai - Mogi das Cruzes - SP

quarta-feira, 14 de maio de 2014

INFORMATIVO Nº 140 - MAIO DE 2014



Hinokishin no Museu do Ipiranga com apresentação da Banda Koteki

No mês de abril foi realizado o treino do otsutome da Associação Infantojuvenil, e a regional do Alto Tiete foi escalada para participar do “Suwarizutome”, considerado o mais difícil, e todos foram muito bem. Parabéns.

Em seguida teve o concurso de Koteki, e a equipe de Mogi foi a 7º a se apresentar, e foi uma apresentação muito agradável. A premiação foi ouro. Meus parabéns.

Ainda, foi realizado o Tenri Matsuri na sede Missionária Dendotyo, e todas as pessoas estavam muito animadas.

No dia 18 de abril, foi o aniversário da Oyassama e comemoramos todos juntos. Parabéns Oyassama!!

No dia 1º de maio, feriado, realizamos o hinokishin de limpeza no museu do Ipiranga em São Paulo. Estava um dia bonito, e muitas pessoas participaram.

Poder praticar com saúde o hinokishin é maravilhoso.

Hoje, vamos dar continuidade com o texto “Brasil no Okaasan”.

 (Michiyo Ishii)

 

Brasil no Okaasan - Chiyo Otake (continuação)

 

Em outubro iniciava a plantação de café. Nessa época quase todas as roupas se rasgavam, e Chiyo, aproveitando a luz da Lua, confeccionava roupas com sacos de sal e de açúcar. Sem tempo para pensar na sua própria fraqueza, passava os dias somente reverenciando a Deus-Parens.

O sentimento deixado pelo Sr. Seijiro Yamada, à Chujiro, foi a divulgação no Brasil. Pelo pai de Chujiro, foi repreendido lhe dizendo: “Não está indo para ganhar dinheiro. Não se pode esquecer do principal objetivo que é transmitir os ensinamentos do caminho”.  Chujiro sempre manteve em seu coração a esperança de que um dia poderá sair à divulgação. E, quando conseguiu determinar a fazer a divulgação, foi em um local a 300 quilômetros de distância, na cidade de Bauru, na primavera de 1931, após viver por 4 anos na Colônia Tiete, e, ainda, teve que deixar Chiyo e Shichiro naquela mata deserta. Chiyo sentiu-se profundamente solitária.

Depois da partida do marido, da Colônia Tiete houve uma epidemia de uma doença desconhecida, onde 13 pessoas foram levadas de balsa para um cemitério longe dali. Nessa época, Chiyo, que tinha que cuidar do filho sem o marido, só tinha o sorriso da Oyassama Miki Nakayama, que viveu na miséria, para se apoiar. Ver Shichiro mastigando o arroz duro misturado com terra, fez Chiyo se lembrar do dia da partida em Kobe. Havia muitas pessoas se despedindo, mas, nenhum parente do Shichiro.
Ele ouviu o som do gongo dentro da cabine, enrolado num cobertor. Embora ainda não dissesse claramente “mãe” ou “irmã” à Chiyo, ela se sentia na obrigação de proteger Shichiro a todo custo, e assim continuou a trabalhar com a roupa toda rasgada, de forma que não era possível distinguir se era homem ou mulher.
Depois de 1 ano, Chiyo se mudou para Bauru, onde seu marido havia construído uma casa de divulgação, mas, outras dificuldades a aguardavam.  As pessoas que se reuniam em torno de seu marido, eram pessoas que desejavam se purificar à custa daqueles que explanavam sobre a doutrina, sem se interessar sobre o ensinamento. Chiyo, nunca teve um momento sequer que pudesse relaxar o espírito.  Os sapatos do Brasil se desgastavam muito rápido. Chiyo andava descalça por quilómetros, carregando os sapatos nas mãos, até antes de chegar ao local onde pudesse ver pessoas, ficando com os pés todos sujos. Durante a caminhada, houve uma vez em que um menino brasileiro ficou seguindo-a, imitando seus movimentos e dizendo “coton coton”. Chiyo administrava as despesas do marido, que pouco se importava com dinheiro, e sua firme dedicação na divulgação fez com que ficasse com a pele escura.
 
Oyassama
 
43. ASSIM ESTÁ BEM
Vinte e sete de setembro de 1875 foi o dia do retornamento de Kokan. As pessoas de Shoyashiki, que a visitaram quando estava doente e acorreram ouvindo que seu estado piorara, reuniram-se de manhã cedo para ajudarem no seu funeral.
No dia seguinte, as pessoas, depois da arrumação pós-funeral, sentaram-se à mesa, começaram a relembrar a vida de Kokan e refletindo sobre as palavras de Oyassama, havia quem vertesse lágrimas, dizendo: “De fato, estamos arrependidos de termos duvidado de Deus até agora.”
Uma das pessoas que serviam há muito tempo na Residência, sugeriu: “Que tal se os senhores formassem uma irmandade?” Então, conversaram e decidiram: “Sim, nós da vila também, vamos formar uma irmandade.” Ao informarem sobre essa intenção, Oyassama mostrou-se bastante contente.
Assim, pensou-se em que nome dar a irmandade. Eram todos lavradores e não lhes ocorria uma boa sugestão. Nisso, alguém propôs:
"Que tal Irmandade Tenguen, isto é, origem celeste, por ser aqui a terra do Deus celestial?” Todos concordaram: “Isso mesmo!” E consultaram Oyassama, que afirmou:
“Assim está bem.”
Retirou o sobretudo (haori) vermelho que vestia e concedeu-lhes, dizendo:
“Consagrem isto no altar e façam-no símbolo divino da fé.”
Assim, constituíram a Irmandade Tenguen e mesmo sem determinar o seu responsável, começaram a realizar o serviço sagrado num determinado dia do mês, cada vez numa casa diferente, onde se consagrava a veste vermelha.
 
 
Palavras da época oportuna
 
Oyassato
Participei do Hinokishin em Jiba. Com o céu coberto de diferentes formatos de nuvem em razão da chuva que se deu, fizemos a limpeza do corredor debaixo do santuário. A chuva também é uma coisa boa.
Oyassato é a terra onde Deus nos permite a limpeza das poeiras do nosso coração. (Condutor da Igreja Mor Tsu - Hatsuo Kubo)
Apresentação da Banda Koteki no Hinokishin do Museu do Ipiranga


Flores do Kyokai

Flores do Kyokai

Flores do Kyokai

Flores do Kyokai
 

INFORMATIVO Nº 139 - ABRIL DE 2014

Treino para Manabi


No dia 1º de março foi realizado o encontro dos yoboku. Muito obrigado a todos. Recebemos o professor Nakanishi do Japão, que se dedicou bastante para poder dar a palestra em português. Foi muito gratificante.

Na palestra ouvimos que, “neste segundo ano da celebração dos 130 anos do Ocultamento físico de Oyassama é o momento oportuno da salvação”, “para cada um, na sua posição, existe uma salvação ao seu alcance” e “O ensinamento da Oyassama, com certeza, move os corações das pessoas. Por isso, é importante praticar a salvação que está ao seu alcance”. Pude ver, também, a dedicação das pessoas na Colômbia. Vamos nos esforçar juntos.

No dia 14, a Rie Ishii e seus filhos estarão regressando a Jiba. Boa Viagem!

 (Michiyo Ishii)

 

Brasil no Okaasan - Chiyo Otake (continuação)
 

A própria Chiyo sabia que não havia alternativas, senão a dedicação única a Deus, então, contrariando as pessoas a sua volta, tornou-se esposa de Chujiro, e ainda, aceitou ser mãe de Shichiro e formalizou seu matrimônio. Assim, já com um filho e uma nova vida de incomum de casada, em maio de 1927, iniciou sua caminhada embarcando no navio “Santos Maru”, em Kobe, rumo ao Brasil, numa viagem de 48 dias.

A viagem que teve 13 mortes e sepultamentos em alto mar, foi muito assustadora para Chiyo, e para uma recém-casada ter que dividir o quarto com outra família, que somava 6 pessoas em um só quarto da terceira classe, não deve ter sido nada agradável. Passando por Singapura, Cidade do Cabo, chegaram ao porto de Santos, onde foram com um trem cargueiro, que era apelidado de “trem que solta fogo”, para a cidade de Araçatuba. Ainda, passando a cidade de Lussanvira, para chegar à Colônia Tiete era necessário atravessar o rio Tietê, que tinha 300 metros de largura, e para isso, havia uma corda de uma margem a outra, e utilizando uma balsa quadrada de madeira, com a ajuda do fluxo do rio e segurando nas cordas, conseguia-se atravessar o rio.

Mas para se chegar ao destino ainda tinham mais 12 quilômetros. Ao chegarem na Colônia Tietê com muito custo, o que se viu era uma floresta sem fim. Neste local montaram um barraco forrando o chão com madeira e nele várias famílias dividiram os espaços com suas bagagens. Tiveram que abrir a mata virgem cortando árvores como peroba e cedro, com machado e enxada que nunca haviam nem ao menos segurado. Além do trabalho de preparo do terreno para plantação, eram obrigados a se defender da malária e da disenteria amebiana. A água que se conseguia através de um poço de 54 metros era avermelhada por causa da lama, e para conseguirem a agua deste poço usava-se uma lata de óleo pendurada e tinham que girar a manivela 96 vezes, e ainda dividir entre as 5 famílias. As vezes encontrava-se gatos e lagartos mortos. A Chiyo, que tinha um corpo não muito saudável, girava um terço da manivela, descansava colocando no ombro, e com muito esforço conseguia pegar água do poço. Seu marido, talvez para não desanimá-la, nada falava. Quando o Sol avermelhado ia desaparecendo na mata virgem, as lágrimas avermelhadas marcavam o rosto sujo de lama da Chiyo.
 
Oyassama
 
42. SALVANDO OS OUTROS
 
No começo de abril de 1875, Eijiro Enomoto de Sugahama, Vila de Sando, Província de Fukui, estava em peregrinação por Saikoku(1), para curar a filha Kiyo que ficara louca. Ao chegar na oitava localidade, a do santo budista de Hasse, ouviu da velha de uma tenda de chá: “Há uma deusa viva na Vila de Shoyashiki.” Imediatamente, foi para Shoyashiki passando por Miwa. Finalmente, chegou à Residência onde solicitou aos ministros os quais o levaram à presença de Oyassama, que lhe disse o seguinte:
“Não é preciso, não é preciso preocupar-se. Volte depressa porque surgiu algo grave na sua casa. Quando voltar, deve visitar casa por casa em sua vila e salvar quarenta e duas pessoas. Deve percorrer orando fervorosamente a Deus, proferindo namu Tenri-Ô-no-Mikoto, ajuntando as palmas das mãos. Salvando os outros é que salva a si mesmo.”
Eijiro partiu de Shoyashiki animado e alegre, passou por Kizu, Kyoto, Shiozu e chegou em Sugahama em 23 de abril.
A filha estava totalmente enlouquecida. Ele ajuntou as palmas das mãos e orou repetindo: “Namu Tenri-Ô-no-Mikoto”. Inacreditavelmente, ela foi-se acalmando. Então, ele percorreu por toda a vila lançando a fragrância da fé, visitou várias vezes as casas em que haviam doentes, e continuou a orar pela cura de quarenta e duas pessoas, de conformidade com as palavras de Oyassama.
Assim, milagrosamente, a filha teve a graça da completa cura. Recebeu também visitas de agradecimento de várias casas. Conseguiu casar a filha, adotando o genro como filho herdeiro. Quando os três regressaram a Jiba para agradecer pela salvação, foram conduzidos à presença de Oyassama.
Dizem que Oyassama estava em vestes vermelhas, com cabelos brancos penteados em estilo de tyassen(2), e sua imagem era muito bela e elegante.
(1) Refere-se à peregrinação aos 33 templos consagrados às 33 imagens de santo budista, espalhadas por todo o oeste do Japão
(2) Estilo de penteado da época.
 
Palavras da época oportuna
 
“Reparo do coração”
Em meados de fevereiro nevou muito ao redor da Igreja Mor. A emoção de ver tanta neve foi muito boa, mas houve avaria no telhado. O reparo ocorreu de uma forma imediata.
“Reparo do coração” significa reparar o espirito de acordo com a razão dos ensinamentos. (Condutor da Igreja Mor Tsu - Hatsuo Kubo)

Treino de Manabi

Treino de Koteki

Treino de Koteki
 

quinta-feira, 13 de março de 2014

ENCONTRO DOS YOBOKUS


Tendo em vista a celebração dos 130 Anos do Ocultamento Físico de Oyassama e visando unir os corações de todos os Yoboku e seguidores, a Sede , está realizando o Encontro dos Yoboku.

No Brasil, esses estarão ocorrendo de 01 a 16 de março do ano 177 da R.D (2014).

A Regional do Alto Tietê teve a honra em inaugurar o Encontro, que ocorreu no último dia 01 de março.

Para nós fiéis da Igreja Tenrikyo Tsu Hakuryu, foi muito gratificante que esse importante evento ocorresse em nossa igreja. O condutor reverendo José Katsumi Ishii esteve à frente dos preparativos e também da abertura que se iniciou por volta das 15 horas, com a presença de 142 participantes.

Todos receberam um kit, contendo a Instrução 3 a qual foi lida por todos; um manual para seguir a programação e também; um espaço para registrar o mais importante das três fases para cada participante:

Vídeo I- “Acreditando no Verdadeiro Caminho”,

Palestra – “Época da Salvação”, ministrada pelo reverendo Mitsuzo Nakanishi, que veio ao Brasil iniciando em nossa Regional, a série que percorrerá por várias localidades.

 Vídeo II – “Apoiar-se no Amor Parental”.

Após as Palavras de Encerramento, proferidas por nosso condutor, houve uma animada confraternização no salão da igreja.

O Encontro serviu como um grande incentivo as nossas práticas espirituais diárias, tornando-se referência e ponto de apoio para todos que desejam expandir os ensinamentos e praticar a salvação, como instrumentos de Oyassama.

terça-feira, 11 de março de 2014

INFORMATIVO Nº 138 - MARÇO 2014


Caravana de Missionamento da Associação dos Moços—MS

Pessoal, vocês sabem quem foi o primeiro Primaz do Dendotyo? A sua esposa se chamava Chiyo Otake. Todos a chamavam de Brasil no Okaasan (mãe do Brasil). Vou dividir em alguns informativos a história dessa pessoa.                                                                         (Michiyo Ishii)

 

 

Brasil no Okaasan - Chiyo Otake

Havia uma pessoa, que tinha o desejo profundo de divulgar o nome do Deus: Tenri-Ô-no-Mikoto, num local, 23 vezes maior que o Japão chamado Brasil. Essa pessoa era o condutor da igreja Mor Nankai, Sr. Yamada Seijiro, da província de Wakayama, cidade de Shingu. Yamada sentia os sons das ondas do oceano pacífico, e em janeiro de 1927, apresentou a “Carta dos propósitos do missionamento no exterior” aos seguidores da fé e anunciou o grande projeto de imigração dos missionários ao exterior. Entretanto, para os que sabiam da situação ruim do Brasil naquela época, era muito difícil aceitar, e Yamada esforçava-se solitariamente no projeto, mas, em seu coração, já tinha o nome de um jovem. Esse jovem já havia feito o missionamento na Coréia e encontrava-se trabalhando para pagar seus estudos em Tokyo. Essa pessoa era Chujiro Otake. Na época, era determinado pela Companhia Imperial de Colonização que, somente poderia imigrar ao exterior famílias compostas de no mínimo 3 pessoas, e para o jovem Chujiro de 23 anos, lhe faltava esse requisito. Mas, para Yamada, que desde criança acompanhou o crescimento de Chujiro, insistia nele, e então, para que fosse habilitado, resolveu arranjar uma esposa e um filho para ele. Assim, como esposa do Chujiro foi escolhida a Chiyo Nishi de 22 anos e Shichiro Minami  de 14 anos como filho. Os pais de ambos admiravam a dedicação na fé de Yamada, e era a primeira vez que os três Chujiro de Nishimukai, Chiyo de Kushimoto e Shichiro de Shusanmi, se encontravam.

A formação dessa família de forma inesperada ou forçada, não era aceita pelos irmãos de Chiyo, embora fosse um pedido de Yamada. Mas, dento do coração de Chiyo, começaram a surgir, pouco a pouco, lembranças do passado. Quando criança foi diagnosticada com problemas no pulmão e ficou adoecida e fraca. A mãe de Chiyo, Tsuneyo, sentida com a situação da filha e por acreditar que sua vida seria curta, pegou o vestido de noiva de fios dourados que guardara por longos anos e levou para Oyasato em Tenri, e curvou-se até o chão no altar de Deus. Depois que solicitou a Deus que prolongasse pelo menos um pouco o tempo de vida da Chiyo, Tsuneyo e Chiyo decidiram ir ao túmulo de Oyassama e quando caminhavam, na frente delas, um pássaro que voava caiu, e do seu lindo bico soltou sangue e morreu. A Chiyo, olhando aquilo pensou: “Eu também vou ficar desse jeito”.
 
Vamos pensar um pouquinho 
 
GRAÇAS AO TUFÃO POR QUÊ?
 
 
Do final do verão até o outono os tufões se aproximam do Japão. Alguém sabe como nascem os tufões?
Blocos de nuvens formados nos mares quentes do sul pegam as correntes de ar ascendentes, giram em redemoinho e, ficando cada vez maiores, tornam-se tufões.
Eles geram ventos fortes que arrancam os guarda-chuvas das mãos e chegam a derrubar árvores, envergando-as. Também provocam grandes tempestades de chuva, não é?
Apesar de provocar grandes tragédias e danos devido ao vento forte e à chuva intensa, parece que os tufões não são responsáveis apenas por notícias ruins.
Na verdade, existem alguns aspectos em que estamos sendo salvos pelos tufões.
Eles transportam o calor acumulado perto da linha do Equador para as regiões norte, onde esse calor é escasso. Ainda, fazem chover intensamente em áreas onde normalmente não chove, resolvendo problemas de falta de água.
Pensando dessa forma, apesar de ser importante tomar cuidados para que não haja tragédias devido à chuva e ao vento, por outro lado, os tufões estão, de uma certa forma, dando suporte à vida do ser humano e de todos os seres vivos do planeta.
Não existe nenhum desperdício nos trabalhos de Deus-Parens, não é? Por isso, não podemos nos queixar do clima.
Tanto um dia de sol como um dia de chuva são trabalhos de Deus-Parens.
 
Oyassama 
 
41. EMPENHANDO TODAS AS GERAÇÕES
 
Certa vez, Oyassama foi à casa de Guissaburo Nakata da Vila de Toyoda e andou ao redor dela, dizendo:
“Pise firmemente, pise firmemente. Pise firmemente empenhando todas as gerações.”
Em seguida, disse ao Nakata:
“Deus entrou nesta residência e firmou a terra. Quão pobre fique, não deverá desfazê-la. A fé deverá ser continuada, empenhando todas as gerações.”
Posteriormente, na geração de Kitizo, neto de Guissaburo, foi proposto trocar uma parte do terreno a pedido da vila. Quando as negociações estavam adiantadas, repentinamente, começaram a aparecer furúnculo facial no Kitizo, ficando todo inflamado. Os familiares, assustados, reuniram-se e refletiram sobre muitas coisas, quando as pessoas idosas contaram que o terreno havia sido firmado por Oyassama.
Imediatamente, pediram perdão a Deus-Parens e rejeitaram a proposta da vila. Então, ele foi salvo da moléstia por completo.
 
Nota: As pessoas idosas eram a esposa do filho mais velho de Guissaburo, Shiho Nakata, e a irmã mais jovem desta, Katsu Uejima. 
 
Palavras da época oportuna 
 
O espírito do Yoboku
No dia anterior a Grande Cerimônia de Janeiro, foi realizado o treino do Serviço Sagrado. É um treino para que Deus-Parens possa aceitar o nosso coração na Cerimônia. Se os corações se unem, tudo fica harmonioso.
O espírito do Yoboku quer dizer, o coração sincero que se dirige a Deus-Parens. (Condutor da Igreja Mor Tsu - Hatsuo Kubo)
 
Caravana de Missionamento dos Veteranos a
Porto Alegre

INFORMATIVO Nº 137 - FEVEREIRO DE 2014


Muitas Participações - Tsudoi 2014
Dias com muito calor estão continuando, mas acredito que todos estejam bem.

Em Janeiro no Dendotyo foi realizado o curso estudantil, e da igreja Tsu-Hakuryu participaram 8 pessoas, 1º modulo 2 pessoas, 2º modulo 6 pessoas. Espero que no ano que vem esse número possa crescer cada vez mais.

No curso de formação espiritual, infelizmente não tivemos nenhum participante. O curso de formação espiritual é o melhor lugar para se aprender as mãos da dança sagrada e os instrumentos musicais, além da evolução espiritual, quem não participou ainda, vamos participar!

Nesse ano teremos o Encontro dos Yobokus na igreja Tsu-Hakuryu no dia 1 de Março (Sábado), das 15h às 17h. Já estamos no segundo ano dos 3 anos mil dias do Ocultamento Físico de Oyassama. Como escrito na Instrução 3, nós, todos os Yoboku temos que nos esforçar na salvação dos próximos. Acredito que já estejam se movimentando para isso, mas esse ano é o ano de acelerar mais ainda a salvação dos próximos. A Dedicação única à Salvação é o caminho que Oyassama nos mostrou para chegarmos à verdadeira Vida Plena de Alegria.

Agora é o momento da salvação, momento da evolução espiritual, vamos olhar ao redor, e procurar se não há pessoas que estão necessitando de ajuda, e vamos fazer um furacão da salvação a partir das pessoas próximas.

Espero pela presença de todos no Encontro dos Yobokus.

Obrigada. (Michiyo Ishii)

Vamos pensar um pouquinho
 
 
A ORIGEM DA LUZ QUE USAMOS TODOS OS DIAS
 
Televisão, geladeira, forno micro-ondas, ar condicionado... Existem diversos aparelhos elétricos no nosso dia a dia e a maioria deles se tornou indispensável à nossa vida. Ainda por cima, ultimamente existem até carros movidos a eletricidade.
A energia elétrica é indispensável em nossa vida diária. Mas como é que se produz essa eletricidade?
Por exemplo, na lanterna usada em algumas bicicletas é utilizado um motorzinho (gerador).
Dentro desse motor existe um fio elétrico enrolado chamado bobina, e ao fazer essa bobina girar, gera-se a eletricidade.
 
No entanto, para gerar eletricidade em grande quantidade, é necessário um grande gerador e uma grande força para movimentar esse gerador.
Para gerar essa grande força, são utilizados basicamente três métodos. O mais comum é a usina termoelétrica. Ferve-se a água queimando óleo ou carvão numa enorme caldeira e, com a força do vapor, giram-se as turbinas para gerar eletricidade.
O segundo método é a usina hidroelétrica. Gera-se eletricidade utilizando a força da água que cai de lugares altos para lugares baixos.
O terceiro método é a usina nuclear. Como se consegue gerar muita energia a partir de pouca quantidade de combustível, nos últimos tempos houve um grande aumento na quantidade de energia gerada através desse método.
Essa eletricidade passa por alguns transformadores e chega às nossas residências através de linhas de transmissão.
Todos nós usamos os aparelhos elétricos apertando o botão de ligar como se fosse algo natural, mas seja a eletricidade gerada com a força do calor, seja a gerada com a força da água, seja a gerada com a força nuclear, nenhuma delas foi criada pelo ser humano. Tudo é devido às graças do fogo, da água e do vento proporcionadas por Deus-Parens.
Na energia elétrica necessária para fazer funcionar a televisão ou a geladeira que usamos todos os dias existe uma grande providência de Deus-Parens. Sem se esquecer disso, vamos usar a eletricidade com consciência, apagando as luzes quando não houver ninguém no quarto e desligando a televisão quando não houver ninguém assistindo.
 
Oyassama
 
40. FIQUE AQUI
 
 
Em 1874, quando Yonossuke Okada (posteriormente Yossaburo Miyamori) tinha dezoito anos de idade, sentindo violentas dores no braço, consultou vários médicos, sem qualquer resultado e sofria dia e noite apoiado na cama.
Wassa, irmã mais velha, casada, que morava em Miwa, vendo-o nesse estado, lançou a fragrância da fé dizendo: “Que tal ir uma vez a Shoyashiki?”
Ele já tinha ouvido falar da deusa viva de Shoyashiki, mas foi nessa ocasião que regressou pela primeira vez à Residência. Ao ser apresentado a Oyassama, recebeu as seguintes palavras:
Yonossuke, bem-vindo de regresso.”
Simultaneamente, as pontadas de dor no braço desapareceram. Passou aí o dia, e de noite voltou à Vila de Higai.
No entanto, ao chegar em casa, o braço começou a doer novamente. Esperando o alvorecer, regressou à Residência. Então, incrivelmente a dor passou.
Tal fato repetiu-se várias vezes e assim freqüentou quase diariamente a Residência por três anos. Um dia, Oyassama lhe disse:
“Yonossuke, fique aqui.”
Obedientemente ele passou a pernoitar e ajudar nos serviços da Residência, pois se assim não fizesse, a dor não cessava. É dessa forma que Yonossuke começou a servir na Residência.


Palavras da época oportuna

 

Fazer Moti

Nas primeiras horas da manhã, como de costume começou-se a ser feito o moti. Todos os anos, no ano novo são feitas sinceras oferendas em Jiba, destes motis. O ar congelado sai da boca não se abatendo com o frio. Fazer moti significa, o agradecimento e a alegria pela graças que surgem.

(Condutor da Igreja Mor Tsu - Hatsuo Kubo)

Muitas participações - Tsudoi 2014
Encontro Infanto Juvenil - Bauru

Encontro Infanto Juvenil - Bauru
 

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

INFORMATIVO Nº 136 - JANEIRO DE 2014


Almoço depois do Hinokishin (dia 29)

Feliz Ano Novo a todos.

Espero que todos tenham tido uma boa entrada de ano.

No final do ano passado, muitas pessoas vieram à igreja praticar o hinokishin. Muito obrigado. Limparam as vidraças, a cozinha, o fogão, a geladeira, limparam o terreno, apararam a grama, fizeram a limpeza de vários locais, limparam a parte de cima do forro do shinden, trocaram os papéis das luminárias por acrílico entre muitas outras coisas, e a igreja ficou muito bonita.

Agradeço profundamente.

Neste ano, conto com a colaboração dos senhores novamente.

No dia primeiro de março, será realizado nesta igreja o curso de yobokus, em português, e gostaria que convidassem o maior número de pessoas.(Michiyo Ishii)
 

Vamos pensar um pouquinho


SENDO PROTEGIDOS PELO IMENSO MAR

Você já viu a foto da Terra?

A Terra, vista do céu, é azul e toda a parte azul é o mar. Se toda a parte azul é o mar, pode-se compreender que grande parte da superfície da Terra é coberta pelo mar.

Dizem que na Terra existem cerca de 1,4 milhões de quilômetros cúbicos de água. No entanto, somente um por cento dessa água é adequada para o homem utilizar na sua vida diária. O restante é tudo água do mar.

O mar tem ondas quando venta, mas em dias claros de sol, é muito calmo e parece até que não se move.

No entanto, o mar está constantemente em movimento. Esse movimento se transforma nas correntes marítimas e a água do mar circula bem devagar por todo o mundo. A corrente marítima avança dez e tantos quilômetros por dia. Às vezes, algumas correntes avançam mais de 200 quilômetros.

A principal causa para o avanço da corrente marítima é o forte vento que sopra devido à grande circulação da atmosfera terrestre. Ainda, avança devido à conjunção de vários fatores, como a temperatura e a densidade da água.

As correntes marítimas desempenham o importante papel de transportar o calor recebido do sol a todas as partes do mundo e influenciam também nas mudanças climáticas.

Ainda, o movimento das correntes marítimas tem uma grande influência sobre os peixes. Assim como existem seres humanos que moram em países quentes e os que moram em países frios, existem espécies de peixes que habitam os mares quentes e os que habitam os mares gelados.

Esse imenso mar veio sendo formado desde os mais remotos tempos através da providência de Deus-Parens.

Aí existem os trabalhos do fogo, da água e do vento de forma transbordante, que estão protegendo o mundo e os seres humanos agora e sempre.
 

Oyassama

39. BEM MELHOR

Foi em 1874. Narazo (dois anos de idade), primeiro filho de Yahei Nishiura, contraiu difteria, sendo desenganado pelo médico, quando foi lançada a fragrância da fé aos seus pais por Koyo, mãe de Koshiro Murata da mesma vila.

Ao solicitarem à Residência, veio imediatamente Guissaburo Nakata para ministrar a graça da salvação, e o menino foi milagrosamente salvo.

Yahei fez logo uma visita de agradecimento à Residência, levando consigo Narazo, e continuou fervorosamente na fé.

Certo dia, ao voltar da Residência e indo deitar-se já às altas horas da noite, ouviu barulhos sob o soalho. Achando estranho, levantou-se silenciosamente e foi verificar o que era, quando um homem, assustado, fugiu na escuridão, sem levar um grande embrulho cheio de objetos de valor.

Yahei muito contente, foi visitar logo de manhã e agradeceu de coração a Oyassama expressando: “Graças a Deus, foi muito bom!” Então, ela lhe disse:
 
“Não seria bem melhor, se tivessem sido levados por quem os necessita?”
Dizem que Yahei ficou profundamente impressionado com estas palavras.
 
Luminária com nova capa

Terreno limpo

Bebedouro novo