A IGREJA

R. Jose Virgilio da Silva, 392 Vila Jundiai - Mogi das Cruzes - SP

terça-feira, 7 de maio de 2013

INFORMATIVO Nº 128 - MAIO DE 2013

Concurso das Bandas de Koteki em Bauru


Ao receber um elogio, será que por dentro não está “se sentindo nas nuvens”. Qualquer um fica contente ao ser elogiado. Mas, por outro lado, pode ser que alguém esteja chorando às escondidas.
Por exemplo, vamos imaginar que numa sala há uma grande mesa. Para o trabalho ou para as refeições esta mesa é muito útil. Entretanto, na limpeza esta mesa pode se tornar um empecilho. Nós também, ao recebermos um elogio, ao invés de nos “sentirmos nas nuvens”, vamos olhar para si e observar se não estamos sendo um “empecilho” para alguém.

            (Rev. Masayoshi Massuda)

Vamos refletir!


Renovando o corpo e o espírito no ofurô

Dias frios do inverno. Para aquecer o corpo gelado, nada melhor que um banho de ofurô. Esquenta o corpo, relaxa e nos faz sentir muito bem ao limpar o suor do corpo.
No ofurô, a temperatura da água é muito importante. Quando muito quente pode causar queimadura e quando morna corre-se o risco de pegar um resfriado. Para se ter uma temperatura adequada é preciso ajustar a quantidade de água e do fogo. Acredito que em muitas casas deve ter torneiras que já saem água quente, mas mesmo dentro dos aquecedores de água, ocorre o ajuste entre o fogo e a água.
Ao entrar nesse ofurô com a temperatura boa para o banho, é possível sentir o trabalho de Deus-Parens.
Para que haja a água quente, antes de tudo precisa-se da água. E para se aquecer esta água necessita-se do fogo. A água e o fogo se deve ao trabalho de Deus-Parens. O equilíbrio que há entre a água e o fogo dentro do ofurô é que espanta o cansaço do nosso corpo e nos renova.
Além disso, a temperatura adequada do ofurô tem grande importância na nossa saúde. Ajuda no fluxo sanguíneo e relaxa os músculos que trabalharam o dia inteiro. Ainda, faz se sentir melhor e relaxa a mente.
Vivemos cobertos de proteção de Deus-Parens. Mesmo no banho, que tomamos diariamente como se fosse algo normal, encontramos o trabalho de Deus-Parens.
Mas, inadvertidamente, será que não estamos desperdiçando água deixando o chuveiro ou torneira abertos?
Tudo que está a nossa volta é graças ao trabalho de Deus-Parens. Ou seja, sem o trabalho dele, não somos capazes de nada.
Portanto, mesmo ao tomar banho, vamos agradecer a Deus e nunca se esquecer da importância da água.


Oyassama


31. RÉGUA DO CÉU

Certo dia, Oyassama disse a Izo Iburi:
“Senhor Izo, corte e traga das matas uma árvore e faça uma viga bem reta.”
Izo cortou e trouxe prontamente uma madeira e fez uma viga bem reta. Então, ela lhe disse:
“Senhor Izo, examine-a uma vez com uma régua.”
E em seguida, perguntou:
“Há algum vão?”
Izo colocou uma régua sobre a viga e examinou. Realmente havia um vão. Portanto, respondeu-lhe: “Sim, há um pequeno vão.” Então, Oyassama ensinou-lhe:
“É exatamente isso. Mesmo as coisas consideradas realmente retas por todas as pessoas do mundo, quando verificadas com a régua do céu, apresentam falhas.”

Distribuição de balas no Aniversário de Oyassama



Hinokishin no Parque da Independencia

quarta-feira, 17 de abril de 2013

INFORMATIVO Nº127 - ABRIL DE 2013



Treino de Koteki
“Não é necessário dizer que, para que haja a salvação de todos e a construção de um mundo de vida plena de alegria e felicidade, é imprescindível a transmissão dos ensinamentos às pessoas que ainda não conhecem o caminho, além da transmissão vertical, de pai para filho. Não somente para os que cursam o curso de sucessores, mas todos os yobokus devem ter consciência em criar seus filhos como verdadeiros yobokus, passando o ensinamento de pai para filho e de filho para neto.

Seria ideal que, ao transmitir de geração em geração a essência do ensinamento, este se torne cada vez mais profundo. Para isso, é importante que aquele que se põe a frente sirva de exemplo, transmitindo e conduzindo firmemente as pessoas passando o dia-a-dia como um seguidor do caminho. Há coisas que não são compreendidas somente através da fala ou escrita. Portanto, gostaria que transmitissem através do comportamento e da prática.” (palavras do Shimbashira sama na Grande Cerimônia de janeiro deste ano)

(Texto extraído por Michiyo Ishii)
 

Vamos refletir!

As folhas que colorem o outono

As folhas avermelhadas representam a paisagem do outono no Japão. Muitos já devem ter visto as folhas avermelhadas ou amareladas das árvores durante o outono.

Mas, por que as folhas mudam de cor?

Ao receber a luz do sol, a folha verde entra em processo de fotossíntese. E com a água e o dióxido de carbono do processo de fotossíntese, obtém-se o amido e carboidratos.

Entretanto, quando o inverno se aproxima, para se proteger do frio que está por vir, a árvore se prepara para derrubar as folhas. No início dessa preparação, Nas folhas começam a aparecer pigmentos amarelos e vermelhos, mudando pouco a pouco de cor, transformando-as em lindas folhas avermelhadas.
As folhas amarelas e vermelhas do outono colorem a paisagem das montanhas. Talvez, Deus-Parens querendo nos agradar deve ter pensado, “vou mudar essas cores”.
Acabando o período das folhas avermelhadas, ao redor das árvores ficam cheias de folhas caídas. Pode parecer que essas folhas não tem mais nenhuma utilidade, mas elas têm uma grande importância.
As folhas caídas servem de alimento para as larvas do besouro e minhocas e decompõem-se com o trabalho das bactérias e mofos. As folhas decompostas tornam-se nutrientes do solo que são absorvidos por outros vegetais para o seu crescimento, criando forças para brotar novamente na primavera.
Ainda, ao chover, a água da chuva que absorve os nutrientes das folhas penetra no solo, e posteriormente torna-se água de nascente correndo os rios chegando ao mar. Os nutrientes destas folhas nutrem os seres vivos existentes no mar.
Na beleza da paisagem das folhas avermelhadas, também existe um maravilhoso trabalho do fogo, água e vento.
 
Oyassama
 
30. UM GRÃO MULTIPLICADO EM MILHÕES
 
Certa vez, Oyassama, pegando uma semente de arroz e dirigindo-se a Izo Iburi, disse:
“Assim é o ser humano. Se semear um grão de semente da verdade, ao passar um ano, se transformará em duzentos a trezentos grãos. No segundo ano, em várias dezenas de milhares. É a isto que se diz: ‘um grão multiplicado em milhões’. No terceiro ano, o seu número será tal que poderá ser semeado por toda Região de Yamato(1).”
(1) Atual Província de Nara.


 

terça-feira, 26 de março de 2013

INFORMATIVO Nº 126 - MARÇO DE 2013



                                                        Treino da Dança Sagrada

Espírito sincero de todos os dias

Para se compreender a “Vida plena de alegria e felicidade” almejada por Deus-Parens, acredito que, primeiro, é necessário sentir a proteção concedida por ele. E ainda, essa Vida plena de alegria e felicidade não pode ser de apenas uma pessoa, e para que todos possam alcançar essa Vida plena de alegria e felicidade, deve existir a preocupação e a ajuda mútua.

(Palavras do Shimbashira-sama)

O Shimbashira-sama informou que a celebração dos 130 anos do Ocultamento físico de Oyassama, será somente no dia 26 de janeiro do ano 179 da R.D. (2016). A celebração dos 120 anos do Ocultamento físico de Oyassama foi de janeiro a dezembro, durante todo o ano. Entretanto, desta vez sendo somente no dia 26 de janeiro, o Primaz da Sede Missionária do Brasil, informou que, “Tendo em vista que será difícil a participação dos brasileiros somente nesse dia, os regressos a Jiba durante todo o período de janeiro 2013 a dezembro de 2016, serão considerados atividades dos “3 anos mil dias”.

(Texto de Michiyo Ishii)


Vamos refletir!

Com a graça do Sol e da chuva

Arroz branco quentinho, bolinho de arroz com algas marinhas ou ova de bacalhau, risoto e mochi. Todos adoram essas comidas.

O ingrediente principal desses pratos é o arroz. Sem o arroz não há bolinhos ou mochi.

O arroz, após receber em abundância o sol do verão, cresce forte e é colhido do arrozal.

Se observar atentamente a ponta da planta do arroz, nota-se que está repleto de arroz em casca.
O arroz em casca é a semente dessa planta, e ao descascar e raspar tem-se o grão de arroz que comemos.

Quando se faz o plantio do arroz, a planta é pequena e ao receber a graça da luz do Sol e chuva, ela cresce rapidamente.

Após florescer no verão, até o outono começa a se formar o grão de arroz.

Deus-Parens, concede calor durante a tarde e um ar refrescante durante a noite, e ainda, para que o solo não resseque, faz chover, formando assim o gostoso grão de arroz.

Esse arroz, não chega à nossa boca sem a contribuição dos agricultores.

Eles controlam a quantidade de água no arrozal, fazem a prevenção contra pragas o que ajuda no crescimento da planta do arroz.

E então?

Esse é o arroz que se come casualmente, mas, pôde compreender que cada grão formado é fruto do trabalho do fogo, água e ar de Deus-Parens e também graças ao esforço de muitas pessoas?

A partir de agora, todos os dias, nas refeições, vamos agradecer a proteção de Deus-Parens e a dedicação das pessoas, sem desperdiçar um grão de arroz sequer.


Oyassama

29. OS TRÊS TESOUROS

Certa vez, Oyassama, dirigindo-se a Izo Iburi, disse:

“Senhor Izo, abra a mão.”

Ele fez como lhe foi dito. Ela pegou três grãos de arroz em casca e pôs-lhe na mão um a um dizendo:

“Este é levantar cedo, este é honestidade e este é trabalho.”

E continuou:

“Deve segurar firmemente estes três e agir de modo que não os perca.”

Izo passou toda a sua vida cumprindo esse ensinamento.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

INFORMATIVO 125 - FEVEREIRO DE 2013


Na Grande Cerimônia realizada no dia 26 de outubro do ano passado, o Shimbashira-sama voltado para à celebração dos 130 anos de Ocultamento Físico da Oyassama, com objetivo de incentivar nós yobokus lançou a instrução 3. Nessa instrução, está descrito como devemos manter o nosso espírito até a comemoração dos 130 anos.

Todos nós yobokus, vamos acordar o espírito de salvação e corresponder ao amor parental da Oyassama.

A determinação espiritual para os próximos 3 anos é:

- 1 Casa de divulgação

- 50 participantes do Curso Estudantil e Curso de Doutrina

- 10 participantes do Curso de Formação Espiritual de 28 dias

- 12 yobokus

- 10 participantes do Curso para formação de mestres

- 50 regressantes a Jiba (Terra natal da humanidade no Japão)

Aqueles que quiserem a instrução 3, favor solicitar ao condutor desta igreja.

No mês passado, de 9 a 13 de janeiro foi realizado o Curso estudantil onde teve a participação de 208 pessoas. E, de 25 a 27 de janeiro foi realizado o Encontro das Crianças, que teve a participação de 424 pessoas, e a regional de Mogi pode enviar um ônibus. Muito obrigado a todos aqueles que se empenharam.

Ainda, está sendo realizado o Curso de Formação Espiritual que terminará no dia 09 deste mês.

(Texto de Michiyo Ishii)


Vamos refletir!
 
O equilíbrio da água, ar e calor
 
 
Ping, ping, começa a chover. De onde vem a chuva? A resposta é da nuvem.
Então, como se forma a nuvem? A resposta é com as águas do mar e rios que se evaporam e se acumulam no céu.
Então a chuva..., ueh, voltamos ao início.
Entre o céu e a terra,a todo o momento acontece esse ciclo da água.
O motivo pelo qual a nuvem se transforma em chuva e as águas do mar se evaporam fazendo com que surja a
 
nuvem é graças ao trabalho concedido por
Deus Parens através do fogo, água e vento.
Com o calor do sol (fogo), a umidade (água) do solo e mar é evaporada para o céu (vento), formando-se novamente a nuvem que faz chover.
Para que esse ciclo ocorra perfeitamente, é importante o balanço entre o calor do sol, quantidade da chuva e força do vento. Por Deus Parens estar trabalhando em todas as estações do ano e também durante o dia, a tarde e noite, é que os alimentos crescem e podemos viver neste planeta.
Deus parens não apenas na natureza, mas também dentro do nosso corpo, está trabalhando com o fogo, água e o vento. Também, não somente enquanto estamos acordados, mas também enquanto dormimos.
Se a temperatura do nosso corpo aumentar 1 grau,nos sentimos mal. Sem água, ficamos desidratados. Sem oxigênio, não conseguimos respirar. O fato de termos saúde é graças ao trabalho incessante, durante todos os dias de manhã, tarde e noitedeDeus Parens.
Por isso, devemos agradecer todos os dias essa incrível e gratificante proteção de Deus-Parens.
 
 
 
Oyassama
28. CAMINHO A PARTIR DE BAIXO
 
Por pensar no caminho, Tyushiti Yamanaka disse certa vez a Oyassama: “Se o caminho for aberto também nos altos montes, não seria melhor ainda?” Então, ela lhe explicou:
“Se o caminho for aberto a partir de cima, como poderão as pessoas de baixo alcançá-lo? Se for aberto a partir de baixo, facilitaria tanto aos de cima como aos de baixo a seguirem-no, não é mesmo?”
 
 
 

 

 

INFORMATIVO 124 - JANEIRO DE 2013

Feliz Ano Novo a todos (ano 176 da revelação divina).

Muito obrigado pelos esforços despendidos durante todo o ano que se findou.

Festa da Amizade, pechincha, treino de koteki, instalação do corrimão no 2º andar, hinokishin na igreja, e ainda, a presença de muitas pessoas no último dia do ano para o hinokishin geral, sinceramente foi um ano muito alegre e divertido. Novamente, agradeço profundamente a todos.

Este ano é considerado o primeiro ano rumo à celebração dos 130 anos do Ocultamento Físico de Oyassama. A partir deste mês iniciará os depósitos para o regresso a Jiba. O valor será de aproximadamente R$ 150,00 por mês.

Nesta igreja, a partir deste mês, daremos início a leitura da instrução 3. Aqueles que quiserem esta instrução, favor solicitar a igreja.

Na instrução temos: “Preocupar-se constantemente com a salvação das pessoas é a atitude dos seguidores do ensinamento que declama a salvação mundial, e é também o caminho através do qual poderemos ser salvos verdadeiramente, conforme é ensinado: “Salvando os outros, estará salvando a si mesmo.” A salvação começa pela atenção às pessoas ao nosso redor. Se houver pessoa que estão sofrendo ou aflitas, vamos estender as mão da salvação”.

Vamos nos esforçar!

(Texto de Michiyo Ishii)
 

Vamos refletir!

Graças ao suporte dos ossos

Um bebê, depois de algum tempo após o nascimento começa a engatinhar, fica de pé e começa a andar. Ficando com a idade de vocês (leitores), já está maior, pode ir onde quiser e brincar correndo.

Dessa forma os ossos que suportam o nosso corpo exercem uma grande função tanto no crescimento e movimentos do corpo.

Como a casa que necessita de vários pilares de sustentação, o nosso corpo, por sua vez, é sustentado pelos ossos. Sem os ossos não é possível se mover ou ficar de pé.

Principalmente nós seres humanos que conseguimos andar com duas pernas. Graças a isso os seres humanos podem movimentar livremente as mãos. Com as mãos podemos praticar vários esportes como baseball, queimada, tênis, etc., e também carregar objetos.
Refletindo um pouco, percebemos como é surpreendente andar com duas pernas e usar as mãos livremente.
A firmeza dos ossos nos possibilita utilizar as pernas e as mãos. Isto é o trabalho de Deus-Parens que mantém os ossos firmes e fortes.
Se os ossos fossem como uma geleia? Não seria possível andar ou brincar correndo. Carregar um lápis e escrever também é possível graças aos ossos fortes concedidos por Deus Parens.
Vamos utilizar as mãos e os pés em prol dos outros.
Vamos ajudar aquele que estiver carregando algo pesado com dificuldade.
Vamos ceder nossos acentos às pessoas idosas que estão de pé no trem.
Deus-Parens fica muito contente quando utilizamos nosso corpo dessa forma.
 
Oyassama
27. DIA PRÓSPERO
Em julho de 1872, Oyassama foi à casa dos Matsuo. Na manhã do décimo dia de sua estada, o casal Itibee recebeu as seguintes palavras quando foram cumprimentá-la:
“Não desejam consagrar Deus em sua casa?”
“Desejamos sim, mas onde seria bom?” — respondeu Itibee, consultando-a.
“Ali seria ótimo.”
Respondeu ela, apontando com o dedo onde havia o altar budista. Por ser um caso muito repentino e ao pensar que ali era lugar reservado aos ancestrais por várias gerações, sentiram-se inteiramente confusos e atordoados. Entreolharam-se, mas concordaram mutuamente balançando a cabeça e, finalmente, Itibee perguntou: “Então, para onde devemos transferir o altar budista?” Ela respondeu:
“Transfiram num lugar idêntico do outro quarto. Os ancestrais não se zangarão nem contrariarão.”
O quarto indicado era a antiga sala de visitas. Itibee chamou imediatamente um marceneiro, projetou o altar de Deus de acordo com os dizeres de Oyassama, e preparou também o lugar para transferir o altar budista. Essa transferência foi oficiada pelo bonzo sem contratempos, apesar da forte oposição deste, que foi induzido a fazê-lo de qualquer maneira. No dia seguinte, quatro marceneiros começaram a obra do altar divino. Apressaram a construção porque ela disse:
“Se não fizerem depressa, não terminarão em tempo.”
 
Assim, o altar foi concluído na tarde do décimo segundo dia. Na manhã seguinte, quando o casal foi saudar, Oyassama não se achava no seu quarto e sim, no outro, sentada silenciosamente diante do altar divino recém-construído. Ela disse:
“Está muito bem feito. Está bem assim, está bem assim.”
Depois, passou para o quarto do filho mais velho do casal, Narazo, que estava enfermo a ponto de não poder mover o corpo, sentou-se à cabeceira dele e disse:
“Deve estar com coceiras na cabeça, não é?”
Retirou seu próprio pente e alisou-lhe suavemente os cabelos. Em seguida, voltou para o quarto dela e declarou:
“Hoje é um excelente dia. Um dia próspero, pois é o dia em que se consagra Deus no altar.”
E sorriu. O casal ficou imaginando como seria feito, quando ouviu uma voz na entrada da casa. Haru foi ver quem seria. Encontrou Shuji e conduziu-o imediatamente à sala de estar. Oyassama ordenou-lhe:
“Que faça o gohei (1), pois os preparos para consagrar Deus estão prontos.”
Mais tarde, feito o gohei, Oyassama colocou-o com as próprias mãos no altar e orou.
“De hoje em diante, Deus estará aqui também. Que dia próspero, realmente próspero!”
Mostrou-se contente de todo o coração e dispôs-se a regressar à Residência, dizendo:
“Vou regressar já.”
Dias mais tarde, o altar budista foi retirado completamente.
 
(1) Pequeno bastão, com papel branco cortado e dobrado, consagrado no altar como símbolo divino.