A IGREJA

R. Jose Virgilio da Silva, 392 Vila Jundiai - Mogi das Cruzes - SP

terça-feira, 19 de maio de 2020

INFORMATIVO Nº 212 - MAIO DE 2020

Vários Hinokishins


Muito bom dia a todos.
Acabamos de encerrar a cerimonia mensal de maio.
Maio é o mês em que comemoramos o dia das mães.
E gostaria de parabenizar a mãe de todas as mães, a Oyassama por todo o carinho e cuidado que nos concede.
Há um tempo atrás “anunciaram e garantiram que o mundo ia acabar”, isso depois de lerem a notícia de que a Terra ultrapassou em 400 partículas por milhão o nível de emissão de gás carbônico.
A notícia era “Emissão de dióxido de carbono ultrapassa nível máximo indicado por cientistas”.
Com o aumento da população terrestre e a crescente industrialização a produção de energia, obtida especialmente pela queima de combustíveis orgânicos, por exemplo o petróleo e lenha, resultam no aumento da emissão de CO2 na atmosfera.
É o chamado efeito estufa, agente importante no fenômeno do aquecimento global.
E a terra seguia ameaçada, com seguidos desmatamentos, a poluição, tudo em razão da ganância dos homens. Que tem o pensamento que fala “Se ao menos eu estiver bem”.
Então o que aconteceu?
Aconteceu que veio o novo corona vírus.
Que alguns pensam que, agora realmente o mundo vai acabar.
E em razão da transmissão altamente contagiosa, todas as pessoas do mundo foram forçados a entrar em quarentena, o isolamento social obrigatório, a restrição da circulação dos automóveis, e fechamento de todos os comércios, ficando abertos somente os comércios essenciais.
Enquanto o novo corona vírus assola o mundo e fez com que cidades inteiras se trancassem dentro de casa para ficar de quarentena, um dos países mais impactados pela Covid-19, a Itália, os céus de seu país se beneficiaram. Mas foi em Veneza, uma das cidades turísticas mais movimentadas no mundo, que a mudança foi mais aparente. Com as gôndolas atracadas e a menor movimentação, as águas dos canais estão calmas e menos turvas. Golfinhos, cisnes e cardumes voltaram a circular. Veneza registrou algo inédito, pela primeira vez em anos, a água dos canais está limpa.

Na Índia, no Quênia e outros países, montanhas podem ser vistas no horizonte, e seus moradores respiram ar mais limpo, algo impossível em tempos normais.

No norte da Índia, os moradores amanheceram no dia 3 de abril com uma rara visão, sem esforço algum enxergaram a cadeia de montanhas Dhauladhar. Trata-se de uma perspectiva, em geral, contada pelos avós.
Em Nairobi, capital do Quênia, um fotógrafo capturou a imagem do Monte Quênia de dentro da cidade, o que antes seria impossível. “De vez em quando eu vejo o Monte Quênia nas manhãs, ele quase nunca está nítido e não vale uma fotografia, mas nesta manhã ele estava vívido e bem difícil de passar despercebido”. “Esta foto é uma prova do que podemos estar perdendo com a natureza.” Disse o fotógrafo.
O mundo todo ficou limpo de uma vez, de uma hora para outra.
Para que o homem possa viver harmoniosamente, Deus-Parens criou o mundo.
E talvez muitos homens não viviam pensando em como cuidar do mundo.
No ensinamento temos que este mundo é corpo de Deus, se for pela ordem natural das coisas, por existir Deus, existe o mundo, por existir o mundo existem os seres humanos, e por existirem os homens, existem a leis e as normas para vivermos bem. Não é de forma alguma o contrário.
O mundo estava no limite do que poderia suportar. O planeta terra estava gritando por socorro.
Foi neste momento que surgiu o novo corona vírus.
E com o desabamento da economia no mundo todo, o mundo perderá uma quantidade imensa de dinheiro, por causa da economia.
Talvez para que o mundo se tornasse mais limpo e puro de uma vez, seria necessário toda essa soma de dinheiro, reunidos de todos os países do mundo. Mas mesmo que isso fosse feito, muito provavelmente o mundo não ficaria limpo e puro como imaginamos, e ainda de uma hora para outra.
Mas graças ao novo corona vírus, isto aconteceu. Por isso temos
também que agradecer o vírus.
Mas o importante é como deve ser o nosso coração a partir de agora. E não esquecer de cuidar do mundo. De que forma?
Deixando de pensar somente em si, tendo uma atitude mais ampla, como não desperdiçar alimentos, tendo cuidado com todas as coisas, não descartando as coisas que ainda podem servir para algum uso, etc.
Exatamente como Oyassama nos ensinou explicando “Não desperdice nem mesmo uma folha de verdura.”
Muitas vezes temos objetos que ainda tem condições de uso, mas queremos comprar um outro novo. Esse tipo de pensamento deve ser mudado. Pois tudo é produzido utilizando as matérias primas que existem na natureza. É a mudança do nosso espírito.
Muitas pessoas talvez acabem pensando que é por causa da China ou por causa de alguma outra coisa que estamos passando por esse problema. E sentem raiva por isso. A raiva é muito perigosa. As pessoas que sentem raiva, são pessoas que não pensam nas pessoas que estão a sua volta. Ficam com raiva com o pensamento centralizado em si.
Nós que professamos esta fé, entendemos que a raiva não é uma coisa boa, porque sabemos que tudo que está a nossa volta é um empréstimo de Deus.
Mesmo o país onde houve o início da pandemia, a China, se eu pensar bem, este país também é um empréstimo. Todos os países são empréstimos, então não há razão para ficarmos amaldiçoando estes países, todos são importantes empréstimos de Deus-Parens.
Graças ao novo corona vírus é que, como membros desta fé devemos refletir e nos aproximar da vida plena de alegria unindo os corações.
Pensar, isso é ruim, aquilo é ruim. É como ser levado pela correnteza do pensamento mundano, e também pelas fake news, devemos ter a firme fé dentro do nosso coração.
Se ficarmos procurando um culpado para tudo isso, estaremos em desacordo com os ensinamentos de Deus-Parens, pensando que não temos culpa nenhuma, não iremos refletir nem mudar o nosso coração.
Ser contaminado ou não pelo corona vírus, não depende do vírus, pois aprendemos que “A origem das doenças está no espírito”.

Se a origem das doenças está no espírito, então eu não preciso usar máscaras, posso pensar. Mas esse é um pensamento equivocado.
Aqui no Brasil, começamos a utilizar máscaras, o que não é um hábito comum no nosso país. Mas nos países que já tinham este costume, o pensamento de utilizar a máscara é um pouco diferente da nossa. Eles utilizam a máscara para não contaminar os outros. Enquanto que aqui nós estamos utilizando para que não sejamos contaminados.
Devemos utilizar a máscara para que as outras vidas que são emprestadas a mim, e que estão ao meu redor fiquem protegidas. Se eu penso nas pessoas que estão ao meu redor, devo usar a máscara. Na realidade é essa a preocupação básica que devemos ter. É esse o sentimento que devemos ter, de sempre pensar nos outros.
Se não tivermos esse pensamento para com os outros, e pensarmos somente em nós, vamos atrair inseguranças, e essa inseguranças é que vão atrair mais e mais inseguranças, atraindo muitas energias negativas. Tornando se um círculo vicioso.
Talvez Deus-Parens esteja nos testando se nós somos realmente fieis ao ensinamento de Deus-Parens.
O mundo irá mudar a partir deste vírus. Mas o importante é a vida modelo, e através da vida modelo devemos pensar em como podemos ter novas ideias para a transmissão das palavras de Deus-Parens, através do Hinokishin, e da salvação mútua.
Obrigado.
Palestra de maio de 2020, tendo como base a Palestra do condutor da Igreja Mor Kako por José Katsumi Ishii.

Vários Hinokishins

Vários Hinokishins

Vários Hinokishins

Vários Hinokishins

Vários Hinokishins

Vários Hinokishins

Aniversário da Oyassama

Aniversário da Oyassama

Aniversário da Oyassama

Aniversário da Oyassama

Aniversário da Oyassama

Aniversário da Oyassama

Aniversário da Oyassama

Aniversário da Oyassama

Aniversário da Oyassama



quinta-feira, 9 de abril de 2020

INFORMATIVO Nº 211 - ABRIL DE 2020




A Pandemia e o nosso coração.
A doença contagiosa que mais influenciou a história da Tenrikyo foi a varíola. A varíola durante várias gerações espalhou-se pelo mundo, matando inúmeras vidas.
Quando Oyassama estava com 31 anos de idade, tomou sob seus cuidados uma criança que veio a contagiar-se de varíola, que mais tarde se tornou varíola negra. Oyassama solicitou a sua salvação para os deuses e ele foi salvo milagrosamente.

Nos Hinos Sagrados, em 1867, no hino V, tem-se:
Este é o local da salvação maravilhosa
onde concedo a graça do parto e da varíola.

Também, tem-se na Escritura Divina (Ofudessaki):
O que pensam sobre esta salvação?
É o preparo do amuleto que previne da varíola.  VIII-31

O que pensam ser esta salvação?
Ensino o Serviço que previne da varíola.   VII-98

Na vida-modelo, Oyassama começou a conceder o amuleto para a prevenção da varíola. Ensinou o Serviço do Kanrodai, e em seguida, o Serviço do Parto e o Serviço da Varíola.
Além do mais, na Escritura Divina, está esclarecida a forma de como se proteger da varíola.
Como quer que reflitam, é lamentável
por não terem o espírito de salvar os outros. XII-90

Doravante, é o pedido de Tsukihi;
que todos reformem firmemente o espírito. XII-91

Se indagarem como deve ser este espírito:
somente o desejo único de salvar o mundo. XII-92

Doravante, se todos do mundo, igualmente,
se salvarem mutuamente em todas as coisas,  XII-93

Saibam que Tsukihi aceitará esse espírito
e fará toda e qualquer salvação. XII-94

Quanto às doenças contagiosas na Escritura Divina, se fala também sobre a cólera.

Em 1879, quando a Oyassama estava com 81 anos, escreveu na Escritura Divina o seguinte verso, quando morreram mais de 105 mil pessoas num surto de cólera no Japão.
Aquilo que o mundo chama de cólera,
é um aviso do pesar de Tsukihi. XIV-22

No mundo, acontece o mesmo com todas as pessoas:
têm o espírito que só desanima. XIV-23

Doravante, reformando firmemente o espírito,
tornem-no repleto de alegria. XIV-24

Tsukihi criou os seres humanos
por desejar ver o viver alegre e feliz. XIV-25

A sociedade estava agitada dizendo ser epidemia de cólera. Todos tinham uma grande preocupação e um medo muito grande pelo fato dessa doença ser muito contagiosa e fatal. Porém através da epidemia, Deus-Parens nos faz entender o quanto a sua impaciência já está acumulada.
Sem conhecermos a profunda intenção de Deus-Parens estamos apenas acumulando poeiras no espírito, sem alegria. Sendo assim, todos devemos reformar firmemente o espírito, animar e viver repletos de alegria.

O primeiro Shimbashira passou por inúmeros nós, viveu numa época em que a Tenrikyo não era uma religião oficializada pelo governo, sendo perseguidos pelas autoridades, pelos monges, etc. E viveu desejando que o Serviço Sagrado pudesse ser realizado sem nenhum contratempo, mas as autoridades sempre estavam prontos para levarem a Oyassama presa.
Depois de muitas reflexões e solicitações de Indicações Divinas, fez uma firme determinação falando: “Que fiquem para executar o Serviço somente aqueles com o espírito decidido a suportar qualquer intervenção policial e disposto a sacrificar a própria vida ao desempenhá-lo”.
No quinto ano do ocultamento físico de Oyassama, ainda teve a cerimônia cancelada pelas autoridades, o que deve ter sido de uma dor incalculável.
Somente depois de muito esforço conseguiu oficializar a Igreja em Tokyo. Mas Tokyo não estava de acordo com a razão de Deus.
E passou por mais uma centena de caminhos de dificuldades.

O Segundo Shimbashira viveu numa época em que muitos (inclusive as autoridades) desejavam extinguir a Tenrikyo. A Tenrikyo crescia naquela época “Como o fogo que se propaga no campo seco” (título do capitulo I do livro “A caminhada de cem anos da Tenrikyo”). Sendo que, se o governo não intervisse, todo o Japão se tornaria membro da Tenrikyo (e isso era uma preocupação para o governo que tinha como a religião oficial o Xintoismo).
Essa época anterior a segunda guerra mundial, era um período em que o Ministério da Educação, através do departamento de entidades religiosas, fiscalizava o conteúdo doutrinário e a organização interna de todos os grupos religiosos, para averiguar se estavam de acordo com a lei. E receberam a informação de que havia a necessidade de mudar a parte doutrinária que tinha como fundamento o “Registro do Mar de lama (razão da origem - a história da criação dos homens)” e uma parte da solenidade.
Nesta época a autoridade máxima era o imperador, cuja figura era considerada divina. Isso porque acreditavam que os Imperadores eram descendentes da deusa do sol Amaterassu.
Os Kamikazes (algo como "vento divino"), era o nome dado aos pilotos de aviões japoneses que, carregando explosivos, tinham a missão de realizar ataques suicidas contra navios inimigos gritando “Tenno Heika banzai” A palavra é junção de “ban” (“dez mil”) e “zai” (anos), e é utilizada para desejar longevidade a quem é endereçada, que significa algo como “Viva o Imperador ou Longa vida ao Imperador”. Apesar de termos notícias de que muitos na realidade no momento da morte gritavam “Mamãe”. Sentimos o quanto a mãe (Oyassama) é importante para nos oferecer carinho e tranquilidade.
Como a política governamental estava em torno da sua divindade, os ensinamentos da Tenrikyo sobre a criação original dos homens não estava de acordo com a lei.
Sendo assim, o ministério proibiu a execução do Serviço de Kagura (Serviço das máscaras em Jiba) e a Dança das mãos dos Hinos Sagrados, alegando que o Hino Yorozuyo continha preceitos fundamentais da razão da origem, e que o nome Tenri-O-no-Mikoto não constava no antigo registro histórico-literário japonês.  E proibiu também os hinos III e o hino V, que falava sobre a Jiba original, origem do mundo, Deus original, Deus verdadeiro, obrigando que fosse escrito de outra maneira. (como poderiam escrever de outra maneira, uma coisa que foi escrita por Deus?). Então foi publicado o livro dos hinos sem estes três hinos, e desde então o serviço sagrado foi executado sem estes hinos, até setembro de 1945.
O segundo Shimbashira tinha o desejo de publicar a Escritura Divina, mas não podiam publicar porque Shinnosuke (o primeiro Shimbashira) quando foi levado à polícia, teve que dizer que a Escritura Divina fora queimada pelo pessoal da residência porque assim o guarda havia ordenado. E isso também era um grande pesar para ele.
A política nacional Xintoísta durou até o final da segunda guerra mundial, em 1945. Até o término da guerra, o segundo Shimbashira, assim, como os demais mestres da época, passaram por inúmeras dificuldades, sempre com intervenções policiais, e das autoridades. Com o fim da guerra, as pessoas asseguraram o direito de ter a liberdade de professar qualquer ensinamento. 

E nós também somos livres para professar livremente os ensinamentos da Tenrikyo sem nenhuma intervenção. Fazemos o que desejamos, portanto devemos sentir gratidão por tudo isso, pensando que foi graças as dificuldades que passaram os mestres anteriores, é que temos o dia de hoje.

Deus-Parens está nos mostrando esta pandemia, onde as autoridades solicitam a execução do Serviço Sagrado com as portas fechadas, e também de todas as outras atividades para que nós possamos fazer uma profunda reflexão.

Em 1899, quando houve o surto da peste no Japão, pela primeira vez, o governo estabeleceu o adiamento da Grande Cerimônia de Outubro, com o intuito de impedir a propagação da doença. Nesse momento, ao consultar a Indicação Divina através de Iburi Izo, foi permitido o adiamento da cerimônia, porém, Deus advertiu que aceitaria somente o espírito sincero de todos. Mesmo que realizassem o Serviço perfeitamente, nada adiantaria se fizessem com o espírito egocêntrico.

Muitas vezes ficamos desanimados vendo as notícias do dia a dia, mas como seguidor do Caminho, gostaria de fazer uma reflexão sobre a intenção de Deus-Parens.

Sem nos deixar levar pela apreensão da sociedade e pela preocupação das pessoas, é de se desejar que cada um direcione o espírito a Deus.

Para recebermos a graça desse grande nó, é muito importante que o espírito de todos os seguidores do Caminho estejam unidos, empenhados em corresponder ao desejo de Deus-Parens, que é a dedicação sincera à salvação.

Textos do Jornal Tenri Jiho da Sede, adaptado para o informativo da Igreja Tsu Hakuryu.



segunda-feira, 16 de março de 2020

INFORMATIVO Nº 220 - MARÇO DE 2020



Shuyokai do Brasil


Neste mês de março iremos receber o condutor da Igreja Mor, reverendo Hatsuo Kubo.
A fé da Tenrikyo é o respeito aos pais (Oya koukou), e é uma grande oportunidade para recebermos a razão do nosso pai espiritual.
Desta vez será uma visita de doutrinação à Igreja Tsu Suzano no dia 15 de março.

EPISÓDIOS DA VIDA DE OYASSAMA

126. SÍMBOLO DIVINO DA IRMANDADE

Em novembro de 1883, foi concluída a Casa de Repouso e como Oyassama se transferiu às altas horas da noite do dia 25 (26 de outubro no calendário lunar), Shirobee Umetani guardou as ferramentas e recolheu-se no pequeno quarto à noite do dia 26, pensando em voltar no dia seguinte para Osaka. Então, Guissaburo Nakata trouxe sobre a bandeja de oferenda um quimono de crepe escarlate, dizendo: “Agradeço pelo seu trabalho por todo este período. Oyassama lhe oferece como o símbolo divino da Irmandade Meishin. Por isso, receba-o com gratidão.” Logo depois, Rissaburo Yamamoto trouxe solenemente um quimono de musselina vermelha e pôs na sua frente repetindo as palavras de Oyassama: “Este é usado; porém, reforme-o fazendo roupas para seus filhos.” Ao tentar recebê-los estendendo as mãos, agradecido pelo excelente fato de ser duplamente honrado, despertou. Era um sonho.

Com isto, perdeu o sono e enquanto tentava dormir, amanheceu. Aprontou-se, fez a refeição da manhã e descansava um pouco, quando veio Nakata trazendo respeitosamente um quimono vermelho e transmitiu tal como tinha sonhado: “Oyassama lhe oferece como o símbolo divino da Irmandade Meishin.”
Recebeu-a com gratidão e ficou maravilhado. Em seguida, entrou Yamamoto, dizendo-lhe a mesma frase do sonho: “Oyassama disse que é usado, mas que o dê aos seus filhos.”
E colocou diante dos seus olhos um quimono de musselina vermelha. Novamente, recebeu com alegria, quando veio Hissa Kajimoto trazendo dois motis sobrepostos, um vermelho e outro branco, pesando nove quilos, dizendo: “Oyassama mandou dar isto aos seus filhos.”
Shirobee ficou profundamente agradecido pelas repetidas provas de amor de Oyassama, e ao mesmo tempo relembrou o sonho da noite anterior sentindo uma forte emoção pelo maravilhoso e inesquecível trabalho de Deus-Parens.



Consagração de Deus - Parens na residência de Rodrigo Ventura Alves

Formandos do Curso de Doutrina - Rosana Vieira e Gustavo de Toledo

Formando do Curso de Doutrina de
Formação Espiritual Shuyokai:
Matheus Ventura Santana