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| Reverência a Jiba nos 140 anos de ocultamento físico de Oyassama |
Palestra da Grande Cerimônia de Janeiro de 2026
Muito bom dia a todos.
Estamos terminando com bastante ânimo, a Grande Cerimônia de janeiro. Agradeço a todos pelo esforço e dedicação durante todo o ano fazendo das cerimônias da Igreja Tsu Hakuryu um momento de bastante alegria, momentos de abrir o coração com a Oyassama, contando as suas alegrias e também solicitando soluções para os seus problemas.
Daqui a exatamente 22 dias, no dia 26 de janeiro de 2026, será celebrada em Jiba, na Terra Natal da humanidade, a cerimônia de 140 anos desde que a Oyassama se ocultou fisicamente que não podemos mais vê-la. A Oyassama que deixou a sua vida física por apressar a salvação de todos com a realização do Serviço Sagrado.
Há pessoas que dizem que a vida modelo de Oyassama foi de 90 anos. Mas o Shimbashira II afirmou que a vida modelo de Oyassama começa a partir do momento em que ela se torna Sacrário de Deus-Parens. Podemos imaginar que a vida da Oyassama até os 40 anos, é uma vida em que achamos realmente magnífica, mas na realidade é uma vida em que deveria ser normal para qualquer pessoa do mundo, com o espírito puro que é o de estar sempre pensando nas pessoas ao nosso redor.
Mas a partir do momento em que ela se torna sacrário de Deus-Parens, o espírito dela é o espírito de Deus-Parens, que tem o desejo de salvar toda a humanidade ensinando o Serviço que salva a todos. E despendendo longos 50 anos, ela concentrou todos os esforços para ensinar a importância da dedicação única à salvação: primeiro o Serviço do Kanrodai, e depois o dos Doze Hinos. Portanto, é um Serviço extremamente importante cuja execução não se permite um único erro.
Mas mesmo apressado na salvação, as pessoas não realizavam o Serviço para não causar a prisão de Oyassama.
Está escrito no livro “Minuta da Vida de Oyassama”:
Todos desejavam executar o Serviço com os instrumentos musicais, de acordo com a vontade de Deus-Parens; porém, era impossível realizá-lo sem que ninguém percebesse. Ao pensarem nisso, julgaram ser a única solução oficializar-se ligando a uma igreja qualquer, de modo que pudessem executá-lo conforme as palavras divinas e sem causar qualquer problema a Oyassama.
Justamente nessa época, houve a sugestão para solicitar ao Templo Jifuku para se tornar uma igreja afiliada. A isso Oyassama disse:
“Não façam tal coisa. Deus-Parens se retirará.”
Embora não correspondesse à vontade de Deus-Parens, o filho de Oyassama, Shuji, pensando nas detenções de Oyassama, decidiu executar tal ação para garantir a segurança dela e dos outros, não se importando com o que lhe viesse a acontecer, e disse: “Apesar de tudo, eu vou.”
Assim, partiu, pondo em risco a própria vida. Não houve quem quisesse acompanhá-lo, quando Yonossuke Okada (Yossaburo Miyamori) ofereceu-se espontaneamente, não suportando deixar uma pessoa que sofria da perna ir sozinha.
Assim, em 22 de setembro, foi inaugurada a Irmandade Tenrin-ô, quando foram queimados cedros em frente ao portão, e foram chamados alguns bonzos para fazerem sermões.
Embora fosse uma medida legal, era um completo desvio do Caminho.
Na ocasião da queima dos cedros Oyassama saiu tal como estava, vestida de vermelho. Sentou-se e sorrindo ficou assistindo um pouco, mas logo retirou-se para o seu quarto.
Quando lemos esta parte do episódio 73, imaginamos que Oyassama estava feliz por ter conseguido a permissão de se oficializar a qualquer igreja para poder realizar o Serviço.
Mas quanto a esta solicitação ao Templo Jifuku, Oyassama já havia dito:
“Se fizer isso, Deus-Parens se retirará.”
Ao refletirmos nessas palavras e na sinceridade de Shuji que arriscou a sua vida, dizendo: “Não importa o que possa me acontecer” — sentimos e podemos entender a atitude de Oyassama o seu infinito amor maternal e não há como deixar de nos comover, quando ela sentou-se assistiu um pouco sorrindo e retirou-se.
A Tenrikyo e o templo Jifuku não possuiam nenhuma relação à doutrina. Como forma de se desviar e evitar a perseguição e a opressão das autoridades, e de receber uma autorização oficial é que Shuji procurou esse caminho através desse templo. Porém, era uma forma contrária ao desejo de Deus-Parens. Pois se pensarmos em Deus-Parens, no Deus que criou o mundo e os seres humanos, é como se um chefe tivesse que pedir autorização para o subchefe para poder realizar o Serviço.
O resultado das palavras “Se fizer isso, Deus-Parens se retirará.” foi que Shuji retornou no ano seguinte, em 1881. O fato de ter retornado é uma parte da vida modelo, ensinando a todos nós que devemos sempre estar com o coração de acordo com a vontade de Deus-Parens, sendo que este mundo é conduzido pela razão de Deus. Nós seres humanos é que muitas vezes pensamos que este mundo é conduzido pela mente e pela força humana.
Mas o amor de Deus-Parens por nós seus queridos filhos é muito grande. Eu penso que o fato de Shuji ter feito inúmeras coisas para que a Oyassama não tivesse que passar por sacrifícios, fez com que a alma dele voltasse a este mundo para se tornar o segundo Shimbashira.
Mas o mais importante desta Grande cerimônia do dia de hoje é relembrar e agradecer a Oyassama e aos precursores que passaram por inúmeras dificuldades, que nem imaginaríamos, é que existe o caminho de hoje.
E não esquecer que a Oyassama dedicou longos 50 anos de sua vida para nos fazer entender que o Serviço Sagrado é a rememoração da criação dos homens, sendo assim, praticando, estamos renascendo em vida, nos livrando de toda a má predestinação para que possamos alcançar a vida plena de alegria e felicidade.
Muito obrigado
José katsumi Ishii
Neste mês teremos o Gakuseikai; o Encontro infantojuvenil, o Tsudoi; o Shuyokai, e no mês de fevereiro o Curso de doutrina. Vamos o quanto antes realizar os cursos para sempre elevarmos a nossa evolução espiritual.
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| Regresso a Jiba do Condutor da Igreja Tsu Suzano e esposa |
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| Regresso a Jiba do Condutor da Igreja Tsu Suzano e esposa |
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| Visita a Igreja superior |




