A IGREJA

R. Jose Virgilio da Silva, 392 Vila Jundiai - Mogi das Cruzes - SP

sexta-feira, 4 de setembro de 2026

INFORMATIVO Nº 281 - AGOSTO DE 2026

 

Cerimônia de Agosto

Muito bom dia a todos.

Como disse na dedicatória, no mês de julho regressaram várias pessoas, e dentre elas, a Miwa, Lissa, e Gustavo receberam o Dom do Sazuke. E a Emy Anzai assistiu as primeiras preleções do besseki. 

Neste regresso, como muitas pessoas participaram de vários eventos de acordo com a idade, havia duas, três atividades sendo realizadas juntas. E o responsável do alojamento deste mês faria a locomoção das pessoas até o alojamento em que seriam realizadas as atividades. Mas como o responsável deste mês era eu, e eu não tenho habilitação no Japão, tivemos que pedir favores para muitas pessoas. É incrível como Deus-Parens deixa tudo preparado para nós. 

O meu cunhado, o marido da Lie, fez muitos favores, e quando não havia ninguém, a Rieko, a esposa do Mitiharu, que ninguém sabia que tinha habilitação japonesa, nos surpreendeu, dirigindo até van, e levando malas e pessoas para outros alojamentos. 

Recebemos inúmeras ajuda de muitas pessoas, inclusive da condutora e do condutor da igreja superior, Inmutsu e Imba, que deixaram preparados os documentos para que todos pudessem fazer os seus respectivos cursos. 

O regresso a Jiba deste mês foi algo maravilhoso como sempre. E em outubro ainda irão regressar muitas pessoas, inclusive algumas para cursarem o Curso para formação de condutores de Igreja, e outras para reverenciarem a grande Cerimônia de outubro. 

No mês que vem traremos alguns relatos dos regressantes de julho.

Hoje eu gostaria de comentar o episódio 173.  Todos os Dias São Bons

Oyassama ensinou a Naokiti Takai:

“Não há um dia que seja ruim. Todos os dias são bons. Costuma-se escolher os dias, por exemplo: para tratar de casamento, para celebrar a colocação da última viga numa construção. Porém, o melhor dia é aquele em que todos estejam animados.”

Dia primeiro Iniciar.

Dia dois    Abundância.

Dia três         Nutrir. 

Dia quatro Felicidade.

Dia cinco As providências brotam. 

Dia seis         Assentam-se as seis providências.

Dia sete         Nada há a se preocupar.

Dia oito         Estende-se para as oito direções. 

Dia nove O sofrimento desaparece. 

Dia dez         Suficiência.

Dia onze Iniciar suficientemente. 

Dia doze Suficientemente abundante. 

Dia treze  Nutrir suficientemente.

(Assim sucessivamente)

Dia vinte  Suficientemente abundante, abundante.

Dia vinte um Iniciar suficientemente abundante.

(Assim sucessivamente)

Dia trinta  Suficientemente abundante, abundante, abundante.

Trinta dias são um mês. Doze meses são um ano. Durante um ano, não há um dia que seja ruim.

No Japão há uma crença popular chamado de Rokuyou. Essa crença foi trazida da China e se espalhou pela sociedade no início do ano de 1600 mais ou menos. Por exemplo: para marcar o dia do casamento, escolhe-se um dia denominado tai-an e evita-se o dia butsumetsu. Para fazer o funeral, evita-se o dia tomo-biki, porém não tem nenhum fundamento, sendo somente uma tradição e costume popular. 

Oyassama ensinou que o melhor dia é aquele que o espírito está animado.

No nascimento do primeiro filho, uma amiga, estava torcendo e falando que ele deveria nascer no dia 20 de junho, porque segundo o calendário não me lembro bem, se era budista, ou de alguma outra crença, dizia que o dia 20 de junho seria um dos melhores dias daquele ano de 1997. E se não me engano segundo este calendário, existem apenas 2 ou 3 melhores dias do ano. E ele nasceu exatamente neste dia, com todos os atrasos, até parecia que estava esperando o dia certo. Mas como dissemos antes, na Tenrikyo, todos os dias são bons, e o importante é que todos ficaram contentes.

Deus-Parens concede-nos a sua proteção onipotente quando atingimos a união de espírito (itte-hitotsu). Por mais numerosos que sejamos, se faltar a razão a essa união, não poderemos ser aceitos por Ele. Nós, seres humanos, podemos viver verdadeiramente com espírito alegre e animado se unirmos mutuamente o nosso espírito à razão do único caminho e respeitarmo-nos e auxiliarmos uns aos outros. Aqui, a realização da vida plena de alegria e felicidade será atingida.

“Unam o espírito e construam o caminho promissor. Devem mostrar ao mundo para que todos admirem: Aquele sim, é o caminho verdadeiro.”

Ind. Divina 6 de setembro de 1902

Homenagem aos idosos

Homenagem aos idosos

Homenagem aos idosos

Homenagem aos idosos

Homenagem aos idosos


INFORMATIVO Nº 280 - JULHO DE 2026

 

Reverência na Igreja Mor

Olá, bom dia a todos, para quem não me conhece, meu nome é Kichio Ishii. Hoje fui convidado para conduzir a palestra do mês de Julho. 

Gostaria de falar de um assunto que tenho pensado há algum tempo e talvez seja o principal motivo pelo qual todos estamos aqui hoje, estou falando da Fé… Hoje queria refletir sobre esta palavra, andei pesquisando um pouco e gostaria de compartilhar e peço a atenção de todos por alguns minutos.

No dia a dia, usamos a palavra fé de forma automática, mas seu significado é bastante interessante, a origem também é muito legal, a palavra fé se origina do latim Fides, desta palavra se derivou em várias outras que conhecemos no nosso dia a dia como: fidelidade, fiel, fidelizar, no mundo das finanças e bens já devem ter ouvido: fiduciário, fiança, fiador, e quando algo é sigiloso, um segredo ou algo íntimo, utilizamos as palavras: confidencialidade, confidencial. A palavra está muito relacionada à credibilidade e previsibilidade.

Basicamente a fé é crer, acreditar em algo, ter certeza. Mas, a fé tem um sinônimo bastante forte e poderoso que é a confiança. Em latim é Confidere, que significa "ter total confiança" ou "depositar grande fé".

Ter fé é, essencialmente, o sentimento de depositar confiança em algo ou em alguém. E a confiança precisa estar presente em tudo: na família, nas amizades, no trabalho e também no espaço público. Não pode ser exigido ou comprado, é um processo, uma construção nos relacionamentos.

Exatamente por ser um sentimento poderoso é que é imperativo que ela seja usada de forma muito responsável, vemos diversos líderes usando a fé de forma a manipular as pessoas, é preciso muita integridade para utilizar a fé.

Sobre a confiança, gostaria de contar uma história do meu pai. Meu Pai nasceu no Japão e ainda quando jovem aprendeu o ofício de relojoeiro trabalhando numa fábrica de relógios, subsidiária da Seiko. Tem uma história que o pai dele meu avô oferendou a igreja todo o salário de 1 ano dele desta empresa e o meu pai não reclamou, Confiou no julgamento do pai e continuou trabalhando sem ganhar nada. Mais tarde ele imigrou ao Brasil, inicialmente veio para Bauru trabalhar na lavoura, depois de um tempo se mudou para Mogi das Cruzes. Trabalhou numa indústria chamada Howa, mais tarde resolveu empreender e abrir uma oficina de relojoaria na própria casa, no início teve muita dificuldade e ia de bicicleta na vizinhança para oferecer o serviço, contudo, relógios eram um bem de valor na época e as pessoas não confiavam em deixar com um desconhecido, assim meu pai deixava a sua bicicleta como garantia, para levar o relógio para consertar. Mais tarde depois de muito esforço conseguiu adquirir uma Loja já existente em Mogi das Cruzes e sabem qual era o nome desta loja, por coincidência ela se chamava AConfiança.

Quem se interessar em saber mais sobre esta história vocês podem ler no livro 20 anos de Tsu Hakuryu.

Na fé existe um paradoxo interessante. Certo dia meu filho chegou da escola e disse: “Papai, minha professora de ciências falou que tudo que não podemos provar cientificamente é considerado fé”. 

Ela está certa. A ciência precisa de prova, evidência. Se não conseguimos comprovar algo pela lógica e pelo método, isso é apenas suposição. 

Mas aí está o paradoxo: para a fé existir, ela não pode ter prova imediata. Se você consegue provar algo cientificamente ou matematicamente ou ver com os próprios olhos, a fé deixa de existir e dá lugar à verificação.

Vou dar exemplos:

Se alguém diz que está chovendo e você vai até a janela conferir, isso não é confiança. É verificação, conferência.

Se num relacionamento você sente necessidade de olhar o celular do parceiro para buscar mensagens, isso não é confiança. É desconfiança, insegurança.

A verdade é que é impossível viver a vida sem confiança. 

Pensem na viagem ao Japão que muitos de nós estamos planejando. Apesar de passarmos meses preparando tudo. Mas quando entramos no avião, não verificamos a manutenção da aeronave, não conferimos quem é a tripulação, não temos o controle sanitário da comida. Não temos controle sobre conflitos no Oriente Médio ou sobre as condições climáticas para voo de aeronaves. Nós apenas sentamos na poltrona e confiamos. 

Percebemos que não controlamos a maior parte do que acontece na nossa vida.

O mesmo vale para o banco. Trabalhamos a vida inteira, depositamos nossas economias e recebemos em troca apenas números numa tela ou um pedaço de papel. Temos que confiar que o dinheiro está lá.

Lembro de uma cena de uma série sobre narcotráfico. O traficante tinha montanhas de dinheiro e precisava enviá-lo para os paraísos fiscais. Mesmo depois do depósito feito, a desconfiança dele era tão grande que ele viajou até o outro país, entrou no banco e exigia ver as cédulas físicas. Ele não entendia o sistema de crédito, o sistema fiduciário como disse no início. Só acreditava no que podia ver e tocar.

Muitas vezes agimos assim com a nossa espiritualidade. Queremos ver para crer. Mas talvez a verdadeira fé seja o oposto: é crer para ver.

Tem uma passagem na vida de Oyassama em que uma certa pessoa indagou a Oyassama. “Existem muitas pessoas neste mundo que dizem que Deus não existe. Como é Deus?”

Oyassama explicou da seguinte maneira: 

 "Se disserdes que existe, existe; se disserdes que não existe, não existe; pois Deus é a imagem que se vê na graça concedida ao pedido realmente sincero."

Confesso que, quando ouvi pela primeira vez, achei a resposta insuficiente. Esperava uma prova concreta, cabal. Hoje entendo a sabedoria dessas palavras. 

A relação com Deus é de confiança e de fé. É uma certeza sem verificação. É descansar na confiança, porque não controlamos tudo que acontece no nosso cotidiano e necessitamos sentir seguros e de estarmos amparados.

A fé se transforma principalmente em momentos de crise, seja de saúde ou circunstancial. A fé coloca a crise em perspectiva, porque reconhecemos que não temos domínio de boa parte da vida. A fé ajuda a encontrar sentido na dor, compreendendo que o sofrimento faz parte de um processo de amadurecimento e transformação, dentro de um contexto maior, e diminui o impacto do sofrimento.

Era isso que eu tinha a dizer hoje. Que hoje possamos sair daqui exercitando menos a nossa necessidade de controle e mais a nossa capacidade de confiar.

Muito obrigado.

Koteki do Tsu Hakuryu recebe Ouro em Jiba

Koteki do Tsu Hakuryu recebe Ouro em Jiba

Koteki do Tsu Hakuryu recebe Ouro em Jiba

Regresso a Jiba com muitas pessoas

Regresso a Jiba com muitas pessoas

Regresso a Jiba com muitas pessoas

Gustavo recebe o Sazuke

Miwa e Lissa recebem o Sazuke

Último Hinokishin nas lápides dos antepassados antes do retorno

Muitos Hinokishin

Muitos Hinokishin

Muitos Hinokishin

Muitos Hinokishin

Muitos Hinokishin

Muitos Hinokishin

Fazendo a reverência na Igreja Inmutsu

Fazendo a reverência na Igreja Inmutsu

Foto com Shimbashira

Curso de Doutrina no Nordeste Hoyo

Encontro com o Primaz anterior

Koteki do Brasil ganha Ouro


INFORMATIVO Nº 279 - JUNHO DE 2026

Visita do ex condutor da Igreja Lima, Reverendo Hachiya e sua esposa


Muito bom dia a todos.

Hoje eu gostaria de comentar o episódio 172, com o título, “Arrependimento de Vidas Anteriores".

Havia uma moça, em Sakai, filha de um comerciante de algas marinhas que tinha o mau hábito de tomar as coisas alheias e os pais vieram consultar Oyassama, que lhes disse:

“Isso é predestinação de vidas anteriores. Não é sua filha que está praticando. Os pais é que deixaram feito em vidas anteriores.”

Os pais ficaram profundamente arrependidos e receberam uma magnífica graça.

Imagina-se que esta filha tivesse mais ou menos 15 anos de idade. Está sendo explicado que são as manifestações das sementes que foram plantadas pelos pais nas vidas passadas.

Este episódio nos mostra como devemos refletir sobre assuntos que geram incômodos para nós. 

Muitas vezes, quando temos algum problema, sempre queremos encontrar a culpa nos outros. Neste caso em que a filha roubava coisas alheias, os pais se incomodavam muito com isso, e desejavam que a filha parasse com isso. E pela visão de qualquer pessoa “normal” o problema é a filha.

Exemplos do Reverendo Kontani.

Certo dia o marido de uma família respeitável foi a igreja do reverendo Kontani, e disse: “Desejo a recuperação de meu filho porque não consegue falar.” Então, o condutor disse: “Deus-Parens salva qualquer doença, se o arrependimento for sincero. Deus-Parens aceitará a sua sinceridade e salvará seu filho. Será que você não se lembra de ter feito alguém se calar?” O homem respondeu que não se lembrava de nada disso. O condutor insistiu dizendo: “Volte para a sua vila e pergunte aos mais velhos se algum antepassado seu não cometeu uma coisa parecida.” Depois de 2 ou 3 dias, voltou à igreja e disse: “realmente, havia acontecido tal caso em minha família” e contou o seguinte: Por muitas gerações a família foi administradora do povo da vila. Certo dia, uma pessoa cometeu um roubo, mesmo sabendo das drásticas consequências que sofreria se fosse capturado. Entretanto ele tinha suas razões, que eram sérios problemas de dinheiro e comida. Na época, havia um regulamento que a pessoa era expulsa da vila se cometesse um roubo, mas ele, chorando, pediu perdão, prometendo fazer tudo o que o administrador da vila mandasse. Então, foi quando ele foi obrigado a prometer nunca mais falar com ninguém pelo resto da vida. E viveu isolado e muito triste. O condutor ouvindo essa história, disse: “Vá até o cemitério dos antepassados daquela pessoa e peça perdão de todo o coração.” Imediatamente, saiu e foi fazer o que tinha-lhe dito. Ao chegar em casa encontrou o seu filho falando. 

Isso nos mostra como realmente é importante conhecer a nossa predestinação.

Com um simples pedido de perdão, talvez as pessoas não eliminem totalmente o rancor que sente por uma pessoa, mas graças a isso, os antepassados se alegram e ao mesmo tempo Deus-Parens também se anima e concede a sua graça e assim, a pessoa poderá reunir forças para limpar toda a sua predestinação.

Muitas pessoas não sabem que tudo que se faz neste mundo volta para si mesmas, e fazem com maior naturalidade mesmo as coisas mais erradas. Isso é mais perigoso que o crescimento dos juros da dívida: quanto mais o tempo passa, mais se multiplica.

Nenhum ser humano conhece a predestinação das vidas anteriores. Porém, sabemos que ela existiu. Deste modo, apesar de não conhecermos as vidas passadas, ela é mostrada através dos fatos que acontecem na vida atual. Isto se deve ao amor parental de Deus-Parens e também ao trabalho de Oyassama eternamente viva. Mesmo não conhecendo o passado e nem o futuro, se refletirmos sobre ontem, hoje e amanhã, poderemos compreender sobre a predestinação. 

Exemplos do Reverendo Miyoshi.

O pai estava tendo problemas com seus dois filhos e foi consultar o reverendo. Uma criança foi recusada numa escola e por longo tempo não ia a escola por problemas neuróticos. E o outro filho se envolveu num acidente e podia ser processado.

O reverendo perguntou se havia algum problema com os pais, e ele disse não se dava bem com o sogro quando ele bebia. Quando não bebia, era uma pessoa bastante amável e boa. Mas quando bebia, insultava o genro falando coisas indevidas. 

Ouvindo isso, o reverendo disse, “Isso é a causalidade da vida passada. Nesta vida está acontecendo exatamente o contrário, ou seja, você era o sogro e o sogro era o genro que entrou para a sua família. E houve uma união sexual ilícita com a esposa dele, ou seja com a sua filha. E isso o fez sofrer muito. Por isso nesta vida você tem que passar por isso. A partir de agora dedique ao seu sogro mesmo nos momentos em que ele disser coisas indevidas. Se fizer isso os problemas dos seus filhos vão se solucionar”. 

Mas mesmo falando que era da causalidade das vidas anteriores, não era uma coisa fácil de se aceitar, e isso não entrava na cabeça desta pessoa. E não compreendia a razão. 

Passado algum tempo, a sua esposa teve um problema nos olhos, e consultando um médico, foi informado que com uma simples cirurgia ficaria boa. E quando fez o exame de sangue para aplicação de anestesia, descobriu que o seu organismo é muito fraco para a anestesia. Foi quando o medico lhe explicou que o sangue dela é decorrente de um incesto (uma união sexual ilícita) de 3 ou 4 gerações atrás. O marido levou um susto, e percebeu que era exatamente o que o reverendo havia dito. Então acreditando nas palavras do reverendo, agora mesmo levando bronca, não se zangava, pois pedia perdão pelas atitudes da vida passada. Passando os dias assim, o sogro parou completamente de falar mal e criticar o genro, e conseguiu dedicar de corpo e alma ao sogro.

Então o filho que não frequentava a escola, começou a ir a escola animadamente, e a situação do outro filho que havia cometido um acidente, foi solucionado com a vinda dos pais da vítima, falando que, não é porque processou, que a saúde do seu filho se reestabeleceria. E que não desejava destruir a vida de outra pessoa com processos.

Desta forma, mesmo achando que o sogro é que está errado, se estamos sendo prejudicados por alguma razão, é em razão da predestinação das vidas anteriores. 

Quando se reflete numa mudança do fundo do coração, e se dedica com sinceridade, com certeza se recebe as providências de Deus-Parens. 

Visita do condutor da Igreja Mor Nakane

Visita do ex condutor da Igreja Lima, Rev Hachiya e sua esposa

Douglas tocando gagaku na cerimônia de posse (Igreja Paulista)